06 Maio 2012
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O potencial do Amazonas para extração do mineral silvinita, usado na produção de potássio, foi um dos motivos da visita dos deputados estaduais Tony Medeiros e Sinésio Campos à mina de silvinita da empresa Vale do Rio Doce, no Estado de Sergipe. A visita aconteceu na última quinta e sexta feiras, quando os parlamentares conheceram o processo de extração da silvinita, que é feito a 800 metros de profundidade.
De acordo com Tony Medeiros, o objetivo da visita foi conhecer os mecanismos de extração do mineral e a possibilidade de implantar as técnicas em solo amazonense.
Segundo informações da empresa Petrobras, que executa análises no solo e subsolo do Amazonas, vários municípios amazonenses como Autazes, Itapiranga e Itacoatiara são ricos em silvinita. A quantidade abundante do mineral dá ao Estado o título de maior reserva do Brasil.
As perfurações da Petrobras em busca de silvinita no Amazonas começaram há quatro anos. Os resultados são animadores, afirmou Tony Medeiros, e garantem ao Brasil a marca de segundo maior produtor de silvinita do mundo.
Com a visita à mina da empresa Vale do Rio Doce, na cidade de Aracajú, os parlamentares reuniram informações sobre o volume de recursos necessários para extração da silvinita no Amazonas. Outra preocupação foi quanto aos riscos ambientais causados pela extração do mineral. “Temos que ficar atentos aos riscos de impacto ambiental, pois qualquer atividade relacionada à mineração deve obedecer a rigorosos controles de segurança”, afirmou Tony.
Com o futuro aumento na extração de silvinita, o Brasil se tornará auto suficiente na fabricação de potássio. O material é indispensável na produção agrícola, pois ajuda no enriquecimento do solo e no cultivo de plantas.
Durante conversa com o secretário de Mineração e Recursos Hídricos do Sergipe, Daniel Borges, os parlamentares trocaram informações sobre a extensão das reservas de silvinita no Amazonas. Estima-se que as reservas amazonenses atinjam 400 quilômetros de extensão, localizadas a uma profundidade de 800 a 1,2 mil metros.
“O mundo precisa cada vez mais de silvinita, que se transforma em potássio e é usado na agricultura”, destacou Tony. “O desafio para o futuro é aumentarmos a produção de alimentos no mundo, por isso a produção de silvinita é tão importante”, completou Tony.
De acordo com Tony Medeiros, o objetivo da visita foi conhecer os mecanismos de extração do mineral e a possibilidade de implantar as técnicas em solo amazonense.
Segundo informações da empresa Petrobras, que executa análises no solo e subsolo do Amazonas, vários municípios amazonenses como Autazes, Itapiranga e Itacoatiara são ricos em silvinita. A quantidade abundante do mineral dá ao Estado o título de maior reserva do Brasil.
As perfurações da Petrobras em busca de silvinita no Amazonas começaram há quatro anos. Os resultados são animadores, afirmou Tony Medeiros, e garantem ao Brasil a marca de segundo maior produtor de silvinita do mundo.
Com a visita à mina da empresa Vale do Rio Doce, na cidade de Aracajú, os parlamentares reuniram informações sobre o volume de recursos necessários para extração da silvinita no Amazonas. Outra preocupação foi quanto aos riscos ambientais causados pela extração do mineral. “Temos que ficar atentos aos riscos de impacto ambiental, pois qualquer atividade relacionada à mineração deve obedecer a rigorosos controles de segurança”, afirmou Tony.
Com o futuro aumento na extração de silvinita, o Brasil se tornará auto suficiente na fabricação de potássio. O material é indispensável na produção agrícola, pois ajuda no enriquecimento do solo e no cultivo de plantas.
Durante conversa com o secretário de Mineração e Recursos Hídricos do Sergipe, Daniel Borges, os parlamentares trocaram informações sobre a extensão das reservas de silvinita no Amazonas. Estima-se que as reservas amazonenses atinjam 400 quilômetros de extensão, localizadas a uma profundidade de 800 a 1,2 mil metros.
“O mundo precisa cada vez mais de silvinita, que se transforma em potássio e é usado na agricultura”, destacou Tony. “O desafio para o futuro é aumentarmos a produção de alimentos no mundo, por isso a produção de silvinita é tão importante”, completou Tony.
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