Ônibus totalemente deteriorado serve o Jardim MauáO conjunto Jardim Mauá foi criado há mais de 12 anos, mas a falta de unidade básica de saúde, pavimentação e água encanada tem tirado o sossego dos moradores daquele bairro. A equipe do programa “A voz é sua, com Massami Miki” (Transamérica - 95,1) esteve no local para ouvir as reivindicações dos comunitários.

Aldemir Júnior é um dos moradores antigos e conta que vários requerimentos já foram enviados à Prefeitura de Manaus, mas todos estão sem resposta.

“Reunimos uma comissão de moradores e fomos até a prefeitura para levarmos um documento com as reivindicações do bairro e nada foi resolvido. Apenas a Rua 17 está asfaltada e mesmo assim, ainda precisa de manutenção. As outras vias do conjunto precisam de pavimentação e com o período de chuva esta chegando é necessária alguma medida”.

O serralheiro Antônio Donizete afirma que carretas estacionadas no acostamento da Rua 17 com Avenida Solimões prejudicam o trânsitoOutro problema, segundo o serralheiro Antônio Donizete, são as carretas que ficam estacionadas no acostamento da Rua 17 com Avenida Solimões.

“No início da Rua há o que podemos chamar de estacionamento clandestino. Uma empresa estaciona as carretas de contêiner no acostamento e à noite, como não há poste de energia elétrica na Avenida Solimões, vários acidentes já aconteceram. Pedimos uma fiscalização do Manaustrans, por que se trata de uma via e o estacionamento trás risco, não só para motoristas, mas também para pedestres que precisam desviar indo para o meio da rua”.

Os moradores não têm fornecimento de água, a empresa Águas do Amazonas já esteve no conjunto, mas nenhuma ligação foi feita. No local os comunitários precisam utilizar poço artesiano para conseguir abastecer as casas.

Posto de saúde e ônibus também causam transtornos aos moradores. É o que afirma a dona de casa Dilamar Ribeiro.

“Não há uma casinha de saúde ou posto médico. Para conseguirmos atendimento é preciso ir há outras comunidades. O transporte coletivo também é outro problema temos. Apenas a linha 715 que vai até o terminal II atende os moradores e lá temos que pegar outro ônibus para ir ao centro. Além disso, o ônibus leva uma hora para chegar ao terminal. Os coletivos estão velhos e todos os dias, sair do bairro vira tortura, pois sempre no meio do caminho o ônibus prega”.

O Conjunto não conta com área de lazer ou quadra de esportes.

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