11 Junho 2012
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A ação dos chamados “papa defuntos” acontece na porta dos hospitais, funerárias e do Instituto Médico Legal. Eles se aproveitam do momento de instabilidade das famílias enlutadas e fazem com que elas assinem uma procuração repassando o direito de receber o benefício, com a justificativa de que irão resolver todos os trâmites do processo. Porém, muitas vezes eles sacam todo o dinheiro e somem, deixando as vítimas sem nada. Segundo o próprio presidente do Sindicato das Corretoras de Seguros nos Estados do Amazonas e Roraima, o golpe já se tornou um “mercado negro” em Manaus e a falta de controle tem facilitado à prática do crime.
Para a audiência pública, a presidente da Comissão de Defesa do Consumidor do Legislativo Municipal, vereadora Mirtes Sales (PPL), convidou representantes das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, da Secretaria de Estado de Segurança Pública, do Sindicato das Empresas Funerárias, da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp) e Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas (Arsam). Além deles, já confirmaram presença o diretor-geral do IML, doutor Sérgio Raimundo Ernesto Machado, e representantes vindos de Fortaleza (CE) da Líder Seguradora – única responsável pelo pagamento do benefício.
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