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A cada ano, cerca de 500 crianças são diagnosticadas com insuficiência renal

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Referência em transplante renal infantil, Hospital Samaritano de São Paulo alerta para o aumento de casos de doença renal crônica em crianças

São Paulo, 24 de fevereiro de 2016 – Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) revelam que cerca de 5.5 mil pacientes (entre adultos e crianças) são submetidos ao transplante renal por ano, no Brasil. Identificada muitas vezes tardiamente, a doença renal crônica (DRC) em crianças possui características diferentes em comparação aos casos em adultos. As anomalias congênitas e as doenças hereditárias são os diagnósticos mais frequentes, enquanto glomerulopatias – glomérulos, estrutura microscópica dos rins – e doença renal por diabetes são incomuns.

De acordo com a coordenadora do Centro de Transplantes do Hospital Samaritano de São Paulo, Dra. Maria Fernanda Camargo, a insuficiência renal crônica ocorre quando há perda progressiva e irreversível da função dos rins. “Por ser lenta e progressiva, esta perda resulta em processos adaptativos que, até um certo ponto, mantêm o paciente sem sintomas da doença”, explica a especialista.

E completa informando que até que tenham perdido 50% de sua função renal, os pacientes permanecem quase sem sintomas. A partir daí podem aparecer sinais que nem sempre incomodam. Anemia leve, pressão alta, edema (inchaço) dos olhos e pés, mudança nos hábitos de urinar (como levantar várias vezes durante a noite) e do aspecto da urina (muito escura, sangue na urina e outros) são algumas das características. “Quando os dois rins juntos, funcionam menos de 15%, torna-se necessário o uso de outros métodos de tratamento, como diálise ou transplante renal”, completa a especialista.

Dra. Maria Fernanda explica que o transplante é o método mais efetivo para a reabilitação de pacientes com insuficiência renal crônica, inclusive crianças. “O transplante é um tratamento que proporciona ao paciente uma qualidade de vida próxima ao normal. Porém, a realização do transplante renal pediátrico implica quase sempre em maior dificuldade técnica pela desproporção entre as estruturas anatômicas do doador e do receptor infantil e, pelo mesmo calibre de vasos sanguíneos.”.

Referência em transplante renal infantil, o Hospital Samaritano de São Paulo é uma das poucas instituições brasileiras a realizar tal procedimento em crianças de baixo peso – menos de 15kgs – e pouca idade. Ao todo já foram realizados 270 transplantes pediátricos , sendo 100 deles em crianças de baixo peso.

Atualmente, a média de idade para a realização de transplante renal em crianças é de 12 anos, com peso entre 30kg e 40kg. No Hospital Samaritano, a média de idade dos pacientes é de nove anos, sendo que 30% deles têm menos de seis anos. Além disso, as crianças transplantadas no Hospital têm em média 20kg e mais de 37% têm menos do que 15kgs.

O Centro de Transplante do Hospital Samaritano conta com equipe multidisciplinar especializada em transplantes renais, composta por nefrologistas, nefropediatras, enfermeiros, nutricionistas, psicólogo, assistente sociais, entre outros profissionais, com respaldo de moderna UTI pediátrica.

O Hospital Samaritano de São Paulo tem uma unidade de hemodiálise específica para crianças com peso abaixo de 15 Kg .

Sobre o Hospital Samaritano:
Especializado em medicina de alta complexidade, o Hospital Samaritano de São Paulo está há 122 anos em atividade. Fundado em 25 de janeiro de 1894, nasceu como primeiro hospital privado da capital paulista e hoje é uma das poucas instituições de saúde que permanece em atividade, em duas passagens de séculos, com recursos próprios.

Especializado em Cardiologia, Gastroenterologia, Neurologia, Ortopedia, Oncologia, Trauma, Urologia e Ginecologia, o Hospital Samaritano de São Paulo oferece atendimento completo e integrado aos pacientes, com acompanhamento em todas as etapas do tratamento. Além disso, oferece Serviço de Emergência Especializada 24 horas em Ortopedia, Cardiologia, Neurologia e Trauma.
O Complexo Hospitalar do Hospital Samaritano conta com 19 andares, 313 leitos, além de Centro Cirúrgico com salas para realização de procedimentos de alta complexidade e Centros de Medicina Especializada em Pediatria e doenças da Tireoide. Desde 2004, é certificado pela Joint Comission International (JCI), um dos mais importantes órgãos certificadores de padrões de qualidade hospitalar no mundo.

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