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Acordo com anestesiologistas garante ao Governo do Amazonas redução de 13% em valor licitado em pregão

Em reunião nesta sexta-feira (29/05), com o Instituto de Anestesiologia do Amazonas (IAA), a Secretaria de Estado de Saúde (Susam) conseguiu renegociar os valores do pregão eletrônico 181/2020-CSC, do qual a empresa foi vencedora. Após negociação, a redução média no valor dos plantões licitados em oito lotes do pregão foi de 13,01%.

A proposta de redução do valor final da licitação foi apresentada pelo secretário executivo da Susam, Marcellus Campêlo, e aceita pelos membros da direção da empresa presentes na reunião, na sede da secretaria.

Conforme acordado, o preço médio licitado por plantão nos oito lotes que compuseram o pregão baixou de R$ 2.722,62 para R$ 2.409,10. “Fizemos uma análise nos custos dos serviços e detectamos que os impactos seriam grandes no orçamento já que o valor final está acima da nossa capacidade de pagamento. Com diálogo, falando francamente, olho no olho, conseguimos uma redução significativa no custo antes de assinarmos o contrato”, disse Marcellus.

A negociação permitiu a recontratação com a empresa, que já atende aos hospitais da Rede Estadual de Saúde. O pregão eletrônico foi realizado, em fevereiro, pelo Centro de Serviços Compartilhados (CSC-AM).

No final, tanto os representantes da empresa quanto da secretaria saíram satisfeitos da reunião. “A negociação foi positiva para nós da empresa e também para o Governo porque conseguimos assinar o contrato e dar continuidade aos nossos serviços já que o contrato anterior tinha vencido ano passado. Daqui por diante, vamos continuar nossa parceria, prestando nossos serviços à população”, disse Aline Teixeira, uma das diretoras e sócias do IAA.

Pagamentos em dia – Conforme o secretário executivo, Marcellus Campêlo, a Susam vai reduzir ao máximo o tempo de processamento dos pagamentos das empresas de enfermagem e medicina. A medida segue determinação do governador Wilson Lima. “Estamos melhorando nossos prazos de pagamento. Em contrapartida, também vamos cobrar melhorias nesses serviços”, disse o secretário.

A meta, segundo ele, é pagar no mês subsequente à prestação do serviço. Historicamente, a média de tempo tem sido de 90 dias. Nos últimos dois meses, o governador Wilson Lima determinou que fosse feito levantamento das dívidas das empresas médicas e de enfermagem para que os passivos possam ser atualizados. Estão sendo pagos valores retroativos a 2019 e também do ano corrente.

Foto: Roseane Mota/Susam