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Adjuto Afonso vai solicitar ao MEC providências sobre lanchas escolares inviáveis para a região

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O deputado Adjuto Afonso (PP) informou no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), na manhã de hoje (10), que está enviando um requerimento ao Ministério da Educação (MEC), solicitando providências para resolver a situação do transporte escolar nos municípios do Púrus. A decisão se deu a partir de uma visita realizada ao município de Lábrea (a 610 km da capital), no último fim de semana, em que foi informado pelo prefeito sobre 20 lanchas escolares que estão paradas por falta de recursos. Os veículos são advindos de recursos do MEC.

Adjuto Afonso esteve em Lábrea para verificar a situação dos moradores por conta da cheia dos rios, tendo em vista que o município está em alerta, e acabou constatando a situação do transporte escolar.

“Foram construídas 20 lanchas com motores de 90 a 115hp consumindo gasolina. Esses motores são antieconômicos para o município. O governo Federal liberou, mas a prefeitura é obrigada a manter o transporte escolar com recurso próprio, mas o consumo é muito alto e não tem como as prefeituras conseguirem a manutenção. Um litro de gasolina no interior custa R$ 4,50”, disse o deputado.

O deputado explicou que o prefeito Evaldo de Souza Gomes foi à sede do MEC, em Brasília, sugerir a venda dos motores, e com o recurso, que fossem comprados motores rabetões, à diesel, mais comuns e propícios para a região. “O Ministério respondeu ao prefeito que não podia mexer nesse projeto e que se fosse o caso deixasse as lanchas abandonadas, se a prefeitura não tivesse recursos para comprar gasolina”, revelou o deputado.

Adjuto encerrou sua fala sobre a situação dizendo que o recurso foi mal empregado, e que o governo faz tais projetos sem consultas, tornando-os inviáveis para a região. Outros municípios passam pela mesma situação.

Cheia em Lábrea

O deputado percorreu toda a extensão da orla da cidade, incluindo, algumas comunidades, onde conversou com as famílias, e constatou ser necessário e urgente a atenção do poder público, pois a água já toma conta de algumas residências.

“Eu já disse para o prefeito decretar imediatamente estado de emergência para que o município possa começar a receber os recursos do governo do Estado. Os outros cinco municípios Beruri, Tapauá, Canutama, Pauiní, Boca do Acre já estão em estado de calamidade”, disse.

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