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Ainda entre as maiores do país, taxa de Desocupação em Manaus cai para 17,2%

Na Região Metropolitana de Manaus, no terceiro trimestre de 2019, a taxa de desocupação caiu 0,6 pontos percentuais em relação ao segundo trimestre do ano, registrando 17,2%, enquanto no segundo trimestre de 2019 a taxa registrou 17,7%. Em relação ao mesmo período de 2018, a taxa de desocupação caiu 0,2 pontos percentuais, na cidade. No Estado do Amazonas, a queda na taxa de desocupação também foi de 0,6 pontos percentuais no terceiro trimestre, quando registrou 13,3%, em relação ao segundo trimestre do ano, quando a taxa era de 13,9%.

Em relação às outras unidades da federação, o Estado do Amazonas, com a taxa de desocupação de 13,3%, ocupou a 10ª posição dentre as maiores taxas. As maiores taxas registradas foram na Bahia (16,8%), Amapá (16,7%) e Pernambuco (15,8%). As menores foram em Santa Catarina (5,8%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Mato Grosso (8%).

Em relação às outras capitais, a taxa de desocupação registrada em Manaus (17,2%) manteve-se entre as três maiores, abaixo de Macapá e Recife, ambas com taxa de 17,4%. As menores taxas ficaram em: Goiânia (6,3%), Campo Grande (6,8%) e Florianópolis (8,6%).

Em relação às regiões metropolitanas (RM), a taxa de desocupação registrada em Manaus (16%) foi a quinta maior. As maiores foram registradas no Recife (18,1%), na RM de Macapá (17,4%) e na RM de Salvador (16,7%). As menores taxas ficaram na RM de Florianópolis (8%), de Goiânia (8,2%) e Porto Alegre (10,1%).

Pessoas Ocupadas por Posição na Ocupação

No 3º trimestre de 2019, a posição de ocupação classificada como “empregado” apresentou, no estado do Amazonas, o maior número de pessoas ocupadas (900.000 pessoas). Sendo que destes, 570.000 pessoas estavam empregadas no setor privado, 254.000 pessoas estavam ocupadas no setor público e 76.000 pessoas estavam ocupadas como trabalhador doméstico. No Amazonas, há 549.000 pessoas que trabalham por conta própria, sendo que 517.000 não possuíam CNPJ, ou seja, 94,2% estão na informalidade. O número de pessoas ocupadas como “empregadores” alcançou 42.000 pessoas.
De um modo geral, o número de pessoas ocupadas no 3º trimestre de 2019 nessas posições de ocupação se manteve estatisticamente constante em relação ao 2º trimestre de 2019. As exceções foram: Empregado, com a criação de 31.000 postos de trabalho; sendo que desses 20.000 foram empregados no setor privado com carteira assinada, significando aumento de 5,7%.
Um outro destaque é o trabalhador por conta própria. Embora tenha havido uma redução de 7.000 pessoas ocupadas nessa categoria em relação ao trimestre anterior, há ainda um saldo positivo de 34.000 pessoas ocupadas em relação ao ano anterior.

Grupamento de Atividade (Trabalho principal)

Em relação ao número de pessoas ocupadas por grupamento de atividade, a administração pública e serviços sociais foi o grupo, no estado do Amazonas, que apresentou o maior número de pessoas ocupadas (311 mil pessoas), representando aumento de 1,6% (5.000 pessoas) em relação ao 2º trimestre de 2019. O comércio foi o segundo grupo que apresentou o maior número de pessoas ocupadas (296.000 pessoas), com aumento de 7.000 postos de trabalho em comparação ao 2º trimestre de 2019. Em terceiro, foi a agropecuária que apresentou o maior número de pessoas ocupadas (275.000 pessoas), com redução de 15.000 postos de trabalho em comparação ao 2º trimestre de 2019. E em quarto foi a indústria, com 206.000 pessoas, com aumento de 28.000 pessoas ocupadas (15,4%) em relação ao 2º trimestre de 2019.

Rendimento Médio Real Habitual

O rendimento médio real habitual das pessoas ocupadas em todos os trabalhos no 3º trimestre 2019 no estado do Amazonas foi de R$ 1.742,00.
Em relação à posição na ocupação, as pessoas ocupadas como “empregado” ganhavam em média R$2.068,00 no segundo trimestre de 2019. O empregador com CNPJ foi o grupo que apresentou o maior rendimento (R$ 5.151). Em segundo lugar, foi o empregado o setor público (militar e funcionário público estatutário) com rendimento de R$ 3.949. Os grupos de atividade que continuam a receber os menores rendimentos são: os trabalhadores domésticos sem carteira assinada (R$ 613,00), trabalhadores por conta própria sem CNPJ (R$ 835).

Quanto aos rendimentos por grupamento de atividades, a agricultura e os serviços domésticos continuam sendo as atividades que menos remuneram seus trabalhadores (R$ 485,00 e R$ 681,00). Administração pública, informação e comunicação e indústria são aquelas atividades que melhor remuneram seus colaboradores (R$ 2.926, R$ 2.195 e R$ 1.772 de média salarial, respectivamente).

Massa de rendimentos

A massa de rendimento, que é a soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, alcançou no terceiro trimestre 2.596 milhões, no Estado do Amazonas; uma variação de 4,3% em relação ao trimestre anterior, o que representou mais 108 milhões nos salários dos trabalhadores. Em relação ao ano anterior, o crescimento foi de 5,2% de variação, com acréscimo de 127 milhões. A massa de rendimento é representativa porque reflete todos os salários recebidos pelos trabalhadores dentro do período.

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