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Alumínio ganha força na construção civil e ajuda a economia do país

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O grande desafio nos dias atuais dos engenheiros e arquitetos é desenvolver projetos sustentáveis. O Desenvolvimento Sustentável foi apresentado pela primeira vez por volta da década de 80, citado no relatório Brundtland. Mas foi em 1992 que o conceito realmente ganhou forma no ECO-92, na Conferência das Nações Unidas que debateram sobre o meio ambiente.

Desde lá, a construção civil está se desenvolvendo para criar cada vez mais projetos que diminuam o impacto no meio ambiente. Para ser considerado sustentável, o projeto deve atender quatro requisitos: viabilidade econômica, adequação ambiental, justiça social e aceitação cultural.
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Para poder atender esses requisitos, empresas do setor da construção civil perceberão que o alumínio era o material ideal para corresponder com o conceito de sustentável, inclusive sendo aplicado como solução dos “Green Buildings”, como foi conceituado no 7º Congresso Internacional do Alumínio que aconteceu no último dia 7 de junho.

Hoje, cerca de 25% dos novos empreendimentos utilizam esquadrias de alumínios e empresas como a Sales Metal tem se dedicado para trazer novas formas deste material para atender toda a demanda da construção civil, como esquadrias , fachadas , portões , entre outras estruturas que podem ser empregadas o alumínio.

Hoje, 99% do alumínio utilizado na construção civil é fabricado no Brasil, mas esta demanda deve aumentar. Segundo a Associação Brasileira de Alumínio (ABAL), o Brasil é o nono maior produtor de alumínio primário, depois de China, Rússia, Canadá, Emirados Árabes , Austrália, Estados Unidos, Índia e Noruega e também o quarto produtor de bauxita, atrás apenas de Austrália, Indonésia e China. Além de ser o terceiro produtor de alumina, atrás de China e Austrália.

O Brasil deve crescer no setor de produção de alumínio, já que é uma solução para que a construção civil possa alavancar a economia do país novamente. Mas o governo precisa dar condições para produzir o alumínio primário. O Brasil tem a terceira maior reserva de Bauxita do mundo, mas é preciso incentivar a produção de alumínio primário.

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