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Alunos de escolas estaduais do interior são classificados para etapa nacional de Olimpíada de Português

Estudantes e professores de Manaus, Parintins, Amaturá, Benjamin Constant, Tefé, Manacapuru e Eirunepé vão para São Paulo

Dez alunos e oito professores do Amazonas foram classificados na etapa estadual da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro (OLP). Os estudantes foram classificados nas modalidades Artigo de Opinião, Crônica, Documentário e Memórias Literárias. Para a semifinal nacional, alunos e professores de Manaus, Parintins, Amaturá, Benjamin Constant, Tefé, Manacapuru e Eirunepé vão viajar para São Paulo. A data ainda não foi divulgada pelo programa.

Em São Paulo, os estudantes e professores vão participar de oficinas de formação, palestras, passeios culturais e diversas outras atividades, com o objetivo de ampliar o repertório e as habilidades de leitura e escrita dos alunos, além de apresentar aos professores propostas destinadas a contribuir com a melhoria do trabalho docente durante os três dias de estadia.

Coordenadora estadual da OLP, a professora Francisca França, destaca que um dos objetivos da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) é o desenvolvimento dos alunos com a OLP.

“Queremos contribuir com os avanços da aprendizagem da leitura, escrita, oralidade e interpretação, apoiando práticas pedagógicas a partir dos gêneros poema, memórias literárias, crônicas, documentário e artigo de opinião. Tudo isso em sequência didática, com foco nos descritores da Língua Portuguesa, referente ao processo sociocultural do alunado e à elevação dos índices do Ideb e do alunado”, explica.

Classificados – Na categoria Artigo de Opinião, foram classificados quatro trabalhos. O estudante Adrian da Costa, de Escola Estadual Professora Nazira Litaiff Moriz, em Tefé, apresentou o trabalho intitulado “Investir em quê?”, orientado pela professora Maria de Fátima da Silva. “Um vilão entre os jovens” foi o artigo de Dheicy de Andrade, orientado por Luciane de Souza, na Escola Nossa Senhora da Imaculada Conceição, em Benjamin Constant.

Em Eirunepé, a estudante Yssanne Alencar apresentou “Crime virtual: imagem corrompida!”, sob orientação de Rosimeiry Lima, na Escola Nossa Senhora das Dores. Na capital, Letícia Luniere, da Escola Professor Ruy Alencar, falou sobre “Vias urbanas e políticas”, com a professora Elianai de Castro.

Na categoria Crônica, Hioly Ramos classificou-se com o trabalho “Barulho do sétimo mês”. A professora responsável é Marlucia Monteiro, da Escola Estadual Amaturá, em Amaturá.

Parintins garantiu lugar na categoria Documentário com as alunas Manuela Souza, Gabriele Soares e Taíssa Costa. Sob orientação da professora Deyse Rubim, na Escola Senador João Bosco, elas produziram “Nosso lugar na Ilha Parintintin”.

“Lata d’água na cabeça lá vou Maria” foi o trabalho de Evellyn Vale, da Escola Prof. Alda Barata, em Manaus. Orientada pela professora Lúcia Nascimento, ela garantiu vaga na categoria Memórias Literárias.

Hilton Cruz Neto, de Manacapuru, também se classificou na categoria. Sob responsabilidade da professora Nilcilandia da Silva, da Escola Carlos Pinho, ele apresentou o trabalho “E o progresso chegou”. Na categoria Poema não houve classificados.

Programa – A Olimpíada de Língua Portuguesa é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e da Fundação Itaú Social, sob coordenação técnica do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). A OLP oferece formação continuada para professores por meio de cursos presenciais, a distância e participação na comunidade virtual. O objetivo é melhorar o ensino da leitura e da escrita das escolas públicas brasileiras.

FOTO: Divulgação/Seduc-AM

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