Um clima de descontração, admiração e respeito tomou conta dos alunos do projeto Nandinho durante treino realizado na noite de quinta-feira, 5, no espaço cedido para as atividades, situado na zona Norte de Manaus. Isso porque eles receberam a visita do presidente da Federação Amazonense de Submission e Luta Livre Esportiva (Fasub), mestre Totonho Aleixo, referência local quando o assunto é tatame.

O encontro, viabilizado pelo coordenador do projeto social, o investigador de Polícia Melquisedeque Galvão, teve o objetivo de apresentar aos lutadores uma nova modalidade: a luta livre esportiva. Para o policial civil, a iniciativa visa proporcionar novas experiências aos talentosos alunos.

“Poder ministrar mais um tipo de luta a eles é algo realmente bastante animador. Fico orgulhoso com mais esta conquista. Temos casos aqui de alunos que ganharam reconhecimento em campeonatos e hoje estudam em excelentes escolas particulares da cidade, por meio de bolsas, obtidas pelo esforço e destaque no esporte. Tudo isso tem um significado muito grande para todos nós”, enfatizou Galvão.

Criado em 2011, o projeto social mantido pela Polícia Civil do Amazonas atende atualmente mais de 130 alunos, na faixa etária entre três e 50 anos. A área de atuação compreende três zonas da cidade: Norte, Centro-Sul e Leste, onde são ministradas, diariamente, aulas de Judô e Jiu-Jítsu. A partir de agora, esses locais também irão oferecer aulas de luta livre esportiva, segundo Melquisedeque.

“Vamos continuar cumprindo a nossa missão, que é preparar grandes talentos no esporte amazonense. No ano passado nossos alunos participaram de quase 30 eventos esportivos, colecionando medalhas e excelentes resultados tanto no Brasil quanto no exterior, com destaque aos campeonatos Brasileiro e Mundial de Jiu-Jítsu Esportivo, Brasileiro de Judô e o 3° Brasileiro de Luta Livre Esportiva e Submission”, reforçou o coordenador do projeto Nandinho.

Na ocasião, o presidente da Fasub informou que a federação tem atingido suas metas em relação à difusão do mundo das lutas no cenário local. “Quando assumi a presidência da Federação de Submission e Luta Livre Esportiva tínhamos pouco mais de 200 atletas envolvidos no movimento e hoje, dois anos e meio depois, já somamos mais de mil atletas. Pretendemos apoiar projetos sociais para levar educação e desenvolvimento pessoal por meio do esporte”, concluiu Aleixo.

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