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Amazonas já vacinou 550 mil pessoas o contra H1N1

Após a mobilização do Dia D de vacinação contra a gripe, a campanha segue em todo o Estado. Segundo dados do Ministério da Saúde, até esta quarta-feira (03/04), 550.445 pessoas foram vacinadas no Amazonas, o que corresponde a 55% da população-alvo da ação.

O grupo prioritário da campanha são crianças de 6 meses a menores de seis anos, gestantes, trabalhador de saúde e professores da rede pública e privada, indígenas, idosos com mais de 60 anos, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis; e portadores de outras condições clínicas especiais como doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica.

Quem ainda não tomou a vacina é só buscar o atendimento em uma das 1.535 salas de vacinação em todo o Estado. As salas estão localizadas em Unidades Básicas de Saúde da capital e do interior.

Somente na capital, pela Prefeitura de Manaus, serão 200 postos de vacinação em todas as zonas da cidade. No interior, a organização da campanha de vacinação está a cargo de cada um dos 61 municípios.

Dados Atualizados – A 17ª edição do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), elaborado pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), informa que são 998 casos notificados de SRAG, permanecendo os 120 positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1) e 163 para Vírus Sincicial Respiratório (SRV).

O número de óbitos por H1N1 continua o mesmo do relatório anterior: 32 (25 em Manaus no interior, sendo os três em Manacapuru, e Parintins, Itacoatiara, Japurá e Urucurituba com um caso cada).

Em relação ao vírus sincicial, também permanecem os 13 óbitos divulgados na última sexta-feira (22/03) (11 na capital, um de Borba e outro em Manacapuru), além de um óbito em Manaus por Parainfluenza tipo 3, outro foi registrado também na capital pelo vírus Metapneumovírus.

Nesta edição do boletim, foi confirmado um óbito por Influenza A não subtipável no município de Maués.

Dos 48 pacientes graves que evoluíram para óbitos, entre fevereiro e março de 2019, 40 deles faziam parte de grupo de risco mais suscetíveis, com destaque para crianças menores de cinco anos, idosos, pessoas com diabetes, pneumopatas, pessoas com obesidade e neuropatas.

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