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Amazonas já vacinou 75% da população contra H1N1

O Amazonas aplicou 750.274 doses de vacina contra H1N1, atingindo 75% de cobertura da população alvo da campanha de vacinação. Em Manaus, a campanha foi encerrada na última sexta-feira (5/4), totalizando 463 mil pessoas imunizadas, o que corresponde a uma cobertura de 101%, superior à estabelecida pelo Ministério da Saúde, que é de 90%. As doses restantes na capital estão disponíveis apenas para gestantes, e só são oferecidas nas dez unidades de horário ampliado da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

No interior, a campanha continua para o grupo prioritário, que são crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, trabalhador de saúde e professores da rede pública e privada, indígenas aldeados, idosos com mais de 60 anos, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis; e portadores de outras condições clínicas especiais como doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica. Das 750.274 doses de vacina aplicadas, 287.274 foram no interior.

A 21ª edição do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), divulgada nesta sexta-feira (12/4) mostra que o número de casos notificados subiu para 1.046. Desse total, 120 positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1) e 206 para Vírus Sincicial Respiratório (SRV).

O documento é elaborado pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS). O boletim não traz novos casos de óbitos por H1N1, permanecendo os 33 casos da edição anterior, sendo 26 em Manaus. No interior, seguem os três casos em Manacapuru, além de Parintins, Itacoatiara, Japurá e Urucurituba, com um caso por município. Óbitos por Sincicial são 20 registrados até aqui, 18 na capital, um em Borba e outro em Manacapuru.

O número de óbitos por outros vírus respiratórios também continua o da última edição, divulgado na sexta-feira (5/4): em Manaus, um óbito por Parainfluenza tipo 3 e um pelo vírus Metapneumovírus; e, no interior, um óbito por Influenza A não subtipável, registrado no município de Maués.

Segundo a atualização do boletim, dos 56 pacientes graves que evoluíram para óbitos, entre fevereiro e março de 2019, 50 deles faziam parte de grupo de risco mais suscetíveis, o que corresponde a 89%, com destaque para crianças menores de 5 anos, idosos, pessoas com diabetes, pneumopatas, pessoas com obesidade e neuropatas.

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