Cerca de 70% dos trabalhos no bloco pedagógico e auditório já estão finalizados

O secretário de Estado de Educação, Luiz Castro, anunciou, nesta sexta-feira (24/05), que as aulas do Centro de Ensino de Tempo Integral (Ceti) Deputado Gláucio Gonçalves, localizado em Parintins (distante 369 quilômetros de Manaus) devem retornar no dia 20 de junho. Durante visita à unidade com as ações do programa Amazonas Presente, o secretário destacou que estão sendo investidos cerca de R$ 1 milhão somente na recuperação do Ceti.

Em março, a atual gestão precisou intervir na escola por conta de rachaduras que ameaçavam o bom funcionamento do prédio. À época, ficou constatado que o problema estava ligado à má execução das juntas entre os materiais de construção. A escola é a única do modelo no município e, desde sua inauguração, em 2011, não recebia intervenções diretamente na estrutura.

Até agora, cerca de 70% dos trabalhos foram concluídos. Nesse momento, segundo Luiz Castro, as prioridades foram o Bloco Pedagógico e o Auditório. “Posteriormente pretendemos atender a área externa, o ginásio e a área da piscina. Tudo isso estava muito precário. Nesse primeiro momento fomos pelo que era mais urgente para as aulas continuarem”, destacou.

Entre as 21 instituições de ensino que estão recebendo serviços da Seduc-AM em Parintins, o Ceti é a maior beneficiada. “O trabalho no Ceti é maior por conta das condições em que encontramos a estrutura da unidade. Estava muito precária e necessitando urgente de melhorias maiores. Por isso já fomos para o auditório, que tinha condições insalubres e já era alvo de reclamações de toda comunidade”, explicou Luiz Castro.

Sem prejuízos – Os 820 alunos de ensinos Fundamental e Médio não ficaram sem aulas durante a execução das obras de recuperação. Para isso, a Seduc-AM realocou os estudantes no prédio da Escola Estadual de Tempo Integral (ETI) Brandão de Amorim. O trabalho foi uma força-tarefa com a coordenadora de educação de Parintins, Keila Nogueira.

A gestora do Ceti, Cristiana Tavares, ressaltou que a mudança para escola evitou prejuízo ao ano letivo. Gestora desde 2017, Cristiana conta que solicitou e informou as necessidades do prédio a outras gestões, mas os pedidos não foram atendidos. “Ficamos surpresos que de imediato houve uma preocupação do atual governo em resolver nossos problemas”, assinalou.

FOTO: Herick Pereira/Secom