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Arthur Neto confessa que esteve com Betinha na casa do enteado após briga; veja vídeo

O prefeito de Manaus fez a confissão durante coletiva nesta quarta-feira

O prefeito Arthur Neto, na manhã desta quarta-feira (2), acabou confessando que esteve na casa que pertence à primeira-dama Elisabeth Valeiko, no condomínio Passaredo, junto com ela, após a briga que culminou com o suposto sequestro e morte do engenheiro Flávio Rodrigues.

A declaração foi dada durante coletiva na obra de restauro da Biblioteca Municipal João Bosco Evangelista, no Centro Histórico de Manaus. A imprensa que foi cobrir a ação acabou falando do crime mais comentado dos últimos dias na cidade. Vale lembrar que a perícia informou ontem que a casa onde ocorreu a briga teria sido lavada antes da chegada da polícia.

Será que o objetivo era apagar vestígios da suposta briga? O crime aconteceu dentro da casa de Betinha e o corpo jogado n o Tarumã? De quem partiu a ordem parta lavar a casa antes da chegada dos policiais? Essa e outras perguntas devem ser respondidas pela investigação, que passa agora para a responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Sequestros (Dehs). Até esta quarta, o 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP) era quem conduzia os depoimentos.

Um lençol chegou a ser apreendido. Ele estava dentro da máquina de lavar da casa e a perícia vai analisar se há resquícios de sangue nele. O enteado do prefeito, filho de Betinha, Alejandro Molina Valeiko, já foi ouvido pela polícia e pode vir a ser investigado caso a investigação confirme a atuação dele no crime.

Veja a declaração do prefeito:

O corpo do engenheiro foi encontrado, na tarde de segunda-feira (30), em um terreno baldio, no bairro Tarumã, zona oeste da capital. Ele estava desaparecido desde a noite de domingo (29), após participar de uma festa na casa que pertence à primeira-dama, mas era habitada pelo filho Alejandro.

“Nós já ouvimos cerca de onze pessoas. Ouvimos os narraram que havia ocorrido um roubo e que uma pessoa havia sido sequestrada. A invasão (ao condomínio) foi relatado pelas pessoas. Nós ouvimos, até agora, cinco seguranças e não encontramos indícios de que possa ter ocorrido uma invasão, mas pode ter ocorrido, também, um acesso autorizado. Então, nós começamos a trabalhar, agora, com essa hipótese”, disse o delegado Aldeney Góes, então responsável pela investigação, durante coletiva esta semana.

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