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Campanha coleta assinaturas para projeto de lei por maior inclusão das mulheres nos parlamentos

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Neste fim de semana do Dia Internacional da Mulher, com a data comemorada no próximo domingo, dia 8, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) lança campanha de coleta de assinaturas em defesa do Projeto de Lei de Iniciativa Popular que visa, em linhas gerais, à maior inclusão das mulheres na política, com o aumento da representatividade feminina nos parlamentos.

Nesta sexta-feira, dia 6, a partir das 17h, ela participa da Caravana da Mulher Cidadã, realizada pela Comissão da Mulher, Família e Idoso da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM), na Bola do Produtor, na Zona Leste de Manaus. No sábado, às 9h, na esquina das avenidas Eduardo Ribeiro e Sete de Setembro, no Centro, a parlamentar também distribui a Agenda da Mulher, uma publicação com informações sobre os direitos da mulher, projetos de interesse das mulheres em tramitação no Congresso Nacional, sobre saúde, entre outros.

A campanha surge em um importante momento, quando todas as atenções estão voltadas para as mulheres e para a luta por direitos iguais para ambos os gêneros. Outras senadoras e deputadas federais que integram a bancada feminina no Congresso Nacional também aproveitam o período para chamar atenção para a necessidade de uma reforma política mais inclusiva para as mulheres e coletar assinaturas de eleitores em seus Estados para fortalecer os pleitos da bancada na reforma política.

Entre os pontos defendidos na reforma política, a parlamentar destaca a destinação de pelo menos 30% das vagas dos parlamentos às mulheres como forma de aumentar a representatividade feminina nos poderes legislativos, federal, estadual e municipal. De acordo com a procuradora da Mulher do Senado, não há como garantir políticas igualitárias quando o parlamento é representado por apenas 10% de mulheres, embora elas sejam maioria da população no País. Atualmente, os partidos políticos são obrigados a destinar os 30% de vagas para a candidatura de mulheres.

Outra proposta é o financiamento democrático de campanhas, excluindo totalmente o financiamento por parte de empresas, proposta que visa combater a corrupção e disputas mais iguais entre os candidatos.

A campanha de coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular conta com o apoio e a participação de associações e entidades como a União Brasileira de Mulheres (UBM), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), União Nacional dos Estudantes (UNE), Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam), Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e União da Juventude Socialista (UJS), entre outros.

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