Um diferencial à mais na busca do bicampeonato em 2018, o Boi Caprichoso elabora a construção de um verdadeiro espetáculo, somando dança e música, durante as três noites do Festival Folclórico de Parintins 2018. Os ensaios se intensificam diariamente na arena do Bumbódromo e Curral Zeca Xibelão. Até a primeira quinzena do mês de junho deve ser concluído, agregando demais manifestações artísticas de outras regiões da Amazônia.

Sob a responsabilidade do coordenador de coreografia, Jair Almeida, o espetáculo de dança do Boi Caprichoso consiste em inovar, mantendo-se a frente sempre. “O Boi Caprichoso terá um musical na arena do começo ao fim, dialogando com o espetáculo como um todo. Somos pioneiros nisso desde o ano 2000”, avaliou o coordenador, detacando a união dos coreógrafos de Parintins, Tribo Munduruku de Juruti (PA) e Companhia de Dança Arte Sem Fronteira.

Até o momento, as coreografias de arena estão em fase de finalização. A próxima etapa, após a finalização do trabalho das noites do festival, consiste na limpeza coreógrafica e ajustes finais. “É um trabalho árduo e contínuo de muita preparação. Por isso, o apoio da diretoria e Conselho de Artes é fundamental para que esse musical se concretize”, disse Jair.

Sobre o pioneirismo em espetáculo de dança, o Boi Caprichoso, desde o final da década de 1990, buscou se profissionalizar, quando foi criado o “Núcleo de Coreografias”, por Jair Almeida, Irian Butel e Marcos Falcão. No festival de 2000, o Bumbódromo experimentou o espetáculo cênico coreógrafico com as “Tribos da Mundurucânia”. A inovação marcou o início dos grandes espetáculos coreográficos do festival de Parintins.

Foto: Glenda Dinelly

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