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Carreata dá início à greve dos professores do Amazonas

Uma carreata com mais de 1 quilômetro de extensão promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) contra as aulas presenciais antes da imunização da categoria percorreu as ruas de Manaus e deu início à greve da rede estadual de ensino na manhã de hoje. Mais de cem carros estiveram na manifestação que se dirigiu às sedes da Prefeitura de Manaus e do Governo do Estado. A intenção do sindicato era forçar a abertura do diálogo com ambos os poderes, a quem foram enviados diversos pedidos de audiência desde o início do ano.

“Não há consideração nem respeito com os trabalhadores. Tem gente que não recebeu nem a primeira dose da vacina. Queremos evitar a terceira onda. O interior não tem UTIs e começamos a receber denúncia de novos casos entre trabalhadores que voltaram às escolas no dia 19”, disse a presidente do Sinteam, Ana Cristina Rodrigues.

Hoje à tarde está marcada assembleia para os servidores da Seduc da capital aderirem à greve e amanhã outra assembleia para os servidores da Semed com pauta de indicativo de greve. “A paralisação é para as atividades presenciais. Nós vamos continuar com as atividades remotas como já vínhamos fazendo”, explicou Ana Cristina.

Várias denúncias de casos confirmados de Covid-19 começaram a chegar ao Sinteam.

Em Envira, professores da Escola Estadual de Tempo Integral Benedita Barbosa de Souza, testaram positivo sexta-feira passada, dia 21 de maio. Outro caso foi confirmado hoje pela manhã. Ao todo são quatro casos nessa escola.

Em Manaus, na Escola Municipal Rubens Sverner, no bairro Novo Israel, a gestora, a secretária e uma professora testaram positivo e hoje avisaram os pais que as aulas que iniciariam hoje foram canceladas.

Em Barreirinha, no Distrito de Vila Cândida, também há casos positivos de trabalhadores em educação.

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