A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) registrou o flagrante de cinco visitantes com materiais proibidos, sendo a maioria com entorpecentes, em três unidades prisionais de Manaus. No sábado (24/11), o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) registrou duas ocorrências e no domingo (25/11), o Centro de Detenção Provisória de Masculino (CDPM), o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) e novamente, o Compaj, com apenas um flagrante em cada uma das unidades prisionais.

 

Todos os visitantes passaram pelos procedimentos de revista para adentrarem nas unidades prisionais e os entorpecentes, foram detectados escondidos nas partes íntimas das flagranteadas durante revista no body scan – o scanner corporal presente em todas as unidades prisionais.

No sábado, Vanessa Chaves Araújo, que iria visitar o interno Luís Cláudio Silva Lopes, interno da cela 4, pavilhão ala 2, pavilhão 1 do Compaj, foi detida com 52 gramas de erva esverdeada, supostamente skank. Na mesma unidade prisional, Edmara Menezes da Silva, cadastrada como visita do detento Marcos Fabrício da Silva Souza, da cela 1, ala 2, pavilhão 1, também estava com o mesmo material ilícito, sendo que em quantidade superior, 265 gramas.

No domingo, a visitante Franquilene Negrão da Costa foi flagrada tentando entrar no CDPM, com uma bermuda e uma blusa de apologia ao crime. As peças de roupas estavam envoltos de um plástico preto acondicionadas em suas partes íntimas. Ela iria visitar o esposo Jonai Coelho Pereira, interno da cela 306, pavilhão superior 3.

Bermuda e blusa de apologia ao crime também foram apreendidas

Outra ocorrência foi de Raynara Ninfa Nelson de Oliveira Conceição, que deu entrada como visita de Francisco Nascimento de Souza Júnior, interno da cela 122, Pavilhão A do Ipat. Ela foi flagrada com 84 gramas de substância entorpecente análoga à maconha.

Ainda no domingo, o Compaj voltou a registrar mais uma ocorrência, desta vez com Marcilene Soares Batista, esposa de Sérgio Silva Soares, alojado na cela 4, ala 1, pavilhão 3. A visita estava com 134 gramas de cimento envolto de um plástico. O material ilícito escondido nas partes íntimas, também foi detectado pelo body scanner.

As medidas tomadas pela Seap ao flagrarem visitantes com materiais proibidos é a suspensão do cadastro de visita dos parentes no período mínimo de 30 dias, que pode se estender para 90 dias ou por tempo indeterminado, se os visitantes tiverem registros de outras ocorrências com objetos ilícitos.

Outra penalidade sofrida pelos visitantes flagrados é serem encaminhados a Distritos Integrados de Polícia (DIPs) para os procedimentos cabíveis. Em alguns casos, os visitantes já ficaram detidos e encaminhados ao sistema prisional.

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