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Conselheiros do TCE farão visita técnica ao aterro sanitário de Manaus

Acompanhada do coordenador de projetos ambientais do TCE-AM, conselheiro Júlio Pinheiro, e do coordenador-geral da Escola de Contas Públicas (ECP), conselheiro Ari Moutinho Júnior, a conselheira-presidente Yara Lins dos Santos, fará nesta quinta-feira (22) uma visita técnica ao aterro de resíduos sólidos de Manaus, no quilômetro 19 da rodovia AM-010 (Manaus-Itacoatiara).

O aterro é o principal complexo de destino final dos resíduos sólidos urbanos da capital amazonense, com uma área estimada de 66 hectares. No local, são depositados uma média de 2,5 mil toneladas de resíduos diariamente.

A visita técnica foi suscitada pelo conselheiro Júlio Pinheiro, durante a sessão do Pleno desta terça-feira (20), e acompanhada por unanimidade pelos membros do Tribunal. O conselheiro esclareceu que a visita faz parte de um cronograma do Departamento de Auditoria Ambiental (Deamb) do TCE-AM que abrange todos os municípios da Região Metropolitana de Manaus (RMM).

“Na última semana estivemos em Parintins e verificamos a situação precária do lixão do município. Nosso objetivo é visitar, também, todos os lixões dos municípios da Região Metropolitana de Manaus. Nesta quinta, vamos fazer uma visita técnica ao aterro sanitário da capital que, na minha avaliação, não tem nada de aterro, mas, sim, um lixão a céu aberto. O aterro de Manaus é um local que deixa muito a desejar e deixa a nossa cidade mal vista no Brasil e fora dele”, disse o conselheiro Júlio Pinheiro.

O coordenador da ECP, conselheiro Ari Moutinho Júnior, ressaltou a visão negativa que os turistas que chegam a Manaus têm ao se depararem com o lixão a céu aberto na entrada da cidade. “Enquanto em outras cidades temos monumentos, em Manaus temos um lixão a céu aberto dando as boas vindas aqueles que nos visitam. É lamentável”, disse o conselheiro.

A visita ao aterro sanitário de Manaus está prevista para as 10h. Além dos membros do Pleno do Tribunal, técnicos da Corte de Contas também devem participar da análise in loco.

Texto: Camila Carvalho

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