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Covid-19: Assistentes sociais fazem atendimento humanizado na rede de saúde do estado

O assistente social tem um papel essencial na rede da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), principalmente na linha de frente da pandemia da Covid-19, para fornecer um atendimento mais humanizado aos familiares e pacientes. Neste sábado (15/05) celebra-se a importância desses profissionais.

Por conta do grande número de atendimentos, assistentes sociais ficaram encarregados de ser a ponte entre o médico e as famílias ao compartilhar boletins, por exemplo. Foi necessário adaptar o atendimento para assegurar um serviço digno e um acolhimento adequado aos pacientes e familiares, e a tecnologia é uma grande aliada nesse trabalho. A utilização de mídias digitais, aplicativos e plataformas de vídeo minimiza a angústia tanto do paciente, quanto do familiar pelo isolamento que a pandemia impôs.

“Além do contato direto com os pacientes, nós prestamos o auxílio aos familiares de forma humanizada, com a escuta ativa qualificada, por meio da identificação e localização de leitos e a situação visual do paciente”, relatou assistente social da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), Karen Evelyn, que atuou nas tendas de atendimento psicossocial.

A assistente social, Joseila Cruz, que atua no Hospital de Combate à Covid Nilton Lins, conta sobre o atendimento humanizado prestado aos pacientes e familiares. “Trabalhamos muito na linha da humanização, aquele atendimento em que você vai chamar o paciente e o familiar pelo nome. Mesmo que seja um contato virtual, é preciso ter um cuidado, estar sempre em contato com a mesma pessoa da família passando informações, tirando dúvidas, deixando nosso contato sempre à disposição. Então o assistente social está disponível, trabalhando o dia todo, sete dias na semana nessas acolhidas”, contou.

Transferências – Outro momento de atuação essencial desses profissionais, foi o trabalho exercido para possibilitar as transferências de pacientes com Covid-19 para outros estados. Além da busca por pacientes que tivessem o perfil que se encaixassem nos critérios para remoção, assistentes sociais também os acompanharam, e fizeram essa ligação com os familiares.

“Nesta desafiadora missão estávamos transportando o amor de alguém para dar continuidade em seu tratamento, desta forma tudo foi feito com muito cuidado e humanização, desde o primeiro contato com o acolhimento devido ao paciente e a seus familiares, as conversas para ofertar a transferência, esclarecendo cada dúvida para que o processo fosse o mais tranquilo possível para todos os envolvidos”, explicou a assistente social e gerente de Hospitais e Fundações da SES-AM, Fabiana Maciel.

O acompanhamento dos assistentes sociais foi durante todo o processo de transferência e de volta a Manaus. “Estávamos presentes em um dos momentos mais gratificantes desta jornada. Fomos ao aeroporto de Manaus, de dia, noite e madrugada, todos os dias da semana, receber do primeiro até o último paciente que voltou recuperado. Alguns foram recebidos por nossa equipe e seus familiares, outros recebemos e os conduzimos de volta a seus lares”, disse Fabiana.

FOTO: Rodrigo Santos/SES-AM; Tiago Corrêa/UGPE; Arquivo pessoal

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