Defesa de Jimmy Robert pede anulação do julgamento do caso Belota

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A defesa do publicitário Jimmy Robert de Queiroz Brito, de 35 anos, ingressou com recurso extraordinário, no 2º grau do Tribunal de Justiça do Amazonas, pedindo a anulação do julgamento do Caso Belota e o relaxamento da prisão do detento, com direito à liberdade.

Jimmy Robert foi condenado a 94 anos de prisão, por planejar e ajudar a executar os assassinatos do pai, Roberval Roberto de Britto; da tia, Maria Gracilene Roberto Belota, e da prima Gabriela Belota, em novembro de 2013.

Jimmy Robert, Rodrigo de Moraes Alves e Juan Pablo Bruno Cláudio Magalhães foram condenados pelo triplo homicídio.

No dia 22 de janeiro de 2013, a empregada doméstica da família encontrou os corpos de Gracilene e Gabriela no apartamento do condomínio Parque Solimões, no bairro Raiz, zona Sul de Manaus. Na época, a suspeita da polícia era de que elas teriam sido vítimas de um latrocínio – roubo seguido de morte.

De acordo com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), o corpo de Gabriela estava em cima de uma cama, enrolado em um lençol e o da mãe, no corredor da residência. No mesmo apartamento, foi encontrado, ainda, o cachorro da família, da raça Yorkshire, também degolado, embaixo da cama onde Gabriela estava.

Ao mesmo tempo, em outro ponto da cidade, foi encontrado o pai de Jimmy, Roberval Roberto de Brito, de 63 anos. Segundo a Polícia Militar, o corpo dele estava jogado em cima da cama e com as mãos amarradas. O crime ocorreu na Rua Rêgo de Barros, bairro São Raimundo, zona Centro-Oeste da capital.

A polícia apontou que o principal motivo do crime era uma briga por herança, e que o assassinato foi planejado três semanas antes. No dia seguinte, o publicitário confessou à polícia ser o mentor dos assassinatos do próprio pai, da tia e da prima.