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A defesa do ex-presidente Lula voltou a se manifestar sobre a ação penal que envolve o sítio de Atibaia (SP). Na noite desta segunda-feira (7), os advogados entregaram as alegações finais no caso em que o petista é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro.

Nesse processo, Lula é acusado de ter sido beneficiado pelas empreiteiras OAS e Odebrecht com serviços feitos na propriedade rural que ele frequentava.

No documento, que contém 1.634 páginas, a defesa de Lula afirma que o crime de corrupção já prescreveu. O argumento é de que os fatos correspondem ao período de 2003 a 2010, quando o petista era presidente da República. Os advogados também alegam que Lula já passou dos 70 anos de idade.

Além de pedir a absolvição do ex-presidente, a defesa ainda critica o ex-juiz Sérgio Moro – agora ministro da Justiça – a atual juíza responsável pelo caso, Gabriela Hardt, e o presidente da República, Jair Bolsonaro.

Lula está preso em Curitiba desde abril do ano passado, condenado no processo que envolve o tríplex no Guarujá (SP).

A pena atribuída ao ex-presidente foi de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Reportagem, Marquezan Araújo

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