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Deputado critica Wilson Lima por fechar contrato com instituto três vezes maior que o valor firmado na gestão Amazonino

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Na manhã desta quarta-feira (26), o deputado estadual Dermilson Chagas (PP) em tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), criticou o governador Wilson Lima (PSC) por contratar o Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH) para gerir por um ano o hospital Delphina Aziz e Unidade de Pronto Atendimento de Saúde (UPA) Campos Salles no valor global exorbitante de R$ 172 milhões.

De acordo com o Dermilson, o valor contrato pelo governador Wilson lima – publicado no Diário Oficial do Estado – é três vezes maior que o valor firmado na gestão passada, que era de R$ 60 milhões com Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED), atual administrador do hospital Delphina. “É a mesma função, administrar o hospital. Esse contrato de R$172 milhões é um desrespeito, para quem alega crise financeira, redução de gastos na máquina pública”.

Dermilson ainda ressaltou que existem publicações de portais de notícias dos estados do Pará e Paraná que informam denuncias de gestões fraudulentas de um instituto do mesmo nome e sigla em hospitais públicos. “No Brasil afora, existem casos de uma instituição com o mesmo nome e sigla, sendo denunciado por órgãos de fiscalização por embolsar verbas sem seguir todas as exigências do plano de trabalho firmado e contratação ilegal de laboratório”, afirmou.

Diante do fato, o deputado entrou com requerimento que solicita cópia do procedimento licitatório feito pela Secretaria de Estado da Saúde (Susam) na gestão de Wilson. Além disso, o deputado buscará informações do governo sobre o real motivo do rompimento do contrato de menor valor e que ainda estava vigente com o Imed. A assessoria do parlamentar foi em busca do contrato no Portal da Transparência, porém, não conseguiram ter acesso ao documento, pois o mesmo se encontra defasado.

Lei de Responsabilidade Fiscal

Para Dermilson, o valor do contrato publicado no Diário Oficial do Estado, contradiz com todo o discurso do governador Wilson Lima em cortar gasto devido a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Quer dizer que só existe impedimento para o reajuste de 15% aos professores da rede pública? Para fazer contratação dessa instituição, alugar carros blindados, contratar grupos de trabalho, supostos cabos eleitorais não existe” questionou.

Texto: Assessoria do Deputado

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