Servidores estaduais protestam em frente a sede da Aleam

A não ser os votos dos familiares e dos próprios assessores, 13 dos 24 deputados estaduais que votaram pela aprovação das medidas de contenção de gastos do governo do estado, que congelam salários dos servidores estaduais devem ficar sem os sufrágios do eleitorado dos órgãos do governo nas próximas eleições estaduais.

Estão livres dessa “marcação” dos funcionários sete (um número sagrado e cabalístico) parlamentares: o próprio atual presidente do Legislativo, Josué Neto, que surpreendentemente votou contra, resguardando sua provável candidatura a prefeito; o socialista Serafim Correa e o petista José Ricardo Wendling, que pelo posicionamento pró-trabalhadores, também integraram o bloco dos ‘contrários’; o claramente oposicionista Wilker Barreto, Dermilson Chagas, Augusto Ferraz, Alcimar Maciel (que representa os policiais militares) e Péricles Nascimento (delegado que representante os policiais civis).

A vingar o posicionamento do governo em relação ao congelamento dos salários, que o secretário Alex Del Giglio garante que não serão afetados, os que votaram com o governo certamente poderão integrar a lista da renovação, após a contagem dos votos, em em 2022.