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Devido apagão, UEA cancela provas deste domingo

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A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) anunciou na noite deste domingo, 23 de outubro, o cancelamento das provas referentes ao primeiro dia do Vestibular 2016, com acesso 2017, realizadas durante a tarde. Um apagão de energia elétrica que atingiu Manaus e algumas cidades do interior prejudicou candidatos que faziam o exame. As provas do segundo dia, marcadas para esta segunda-feira, 24 de outubro, estão mantidas.

Em coletiva de imprensa na reitoria da Universidade, na zona centro-sul de Manaus, o reitor Cleinaldo Costa lamentou o ocorrido e anunciou para 15 de novembro a data provável para a realização das provas de conhecimentos gerais, que ocorreram neste domingo.
“A queda de energia afetou o fornecimento de Manaus e parte do interior. Isso trouxe prejuízos de graus variados aos candidatos. Tentamos mediar o que estava acontecendo, mas as medidas foram insuficientes. O prejuízo era muito grande para diversos alunos”, disse Costa.

O reitor afirmou que a decisão da Universidade de cancelar o primeiro dia do exame vai garantir igualdade competitiva para os mais de 80 mil candidatos à ingresso na instituição em 2017. As provas desta segunda-feira, referentes a conhecimentos específicos e redação, estão mantidas, conforme o calendário já divulgado. Os portões abrirão ao meio dia e fecham às 12h50. As provas iniciam às 13 horas no horário de Manaus.

Segundo a UEA, a interrupção de energia prejudicou os candidatos do Vestibular, principalmente na capital. Equipes da comissão de vestibular e o reitor atuaram ao longo do dia na tentativa de contornar problemas pontuais. Mas a suspensão dos exames realizados este domingo deve preservar a credibilidade do exame e a equidade entre os concorrentes. À noite, Cleinaldo disse ter recebido da direção da Eletrobras Amazonas Energia a informação de que a interrupção se deveu à queda de uma árvore no Linhão de Tucuruí, e que segundo a concessionária a chance de novas interrupções é improvável.

“O concurso vestibular depende de um fator chamado credibilidade. Se um aluno foi prejudicado, a isonomia do processo é abalada. Seria uma iniquidade muito grande manter o Vestibular à medida em que não é possível oferecer a mesma condição para todos. Tivemos de tomar uma decisão firme e rápida”, afirmou Cleinaldo Costa.

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