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Dia do Farmacêutico: os desafios da profissão e o mercado em tempos de pandemia

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Em um momento em que a pandemia de Covid-19 lota hospitais e postos de saúde, as farmácias e drogarias têm se tornado cada vez mais um ponto de apoio aos doentes e seus familiares, e é nesse contexto que se destaca o papel do farmacêutico, cujo dia é comemorado nesta quarta-feira, 20 de janeiro.

Na linha de frente da saúde, esses profissionais têm sido fundamentais não só no desenvolvimento de pesquisas que buscam por fármacos para o combate à doença, mas também nas que resultaram na produção das vacinas que hoje são a esperança da humanidade. Além disso, são eles que atuam na orientação a quem está em busca de medicamentos, no planejamento para que não falte remédios nas prateleiras e, consequentemente, no atendimento à população, para os mais diversos tipos de doenças.

Mercado

Para se ter ideia da importância desses profissionais, dados do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) apontam que quase todos os farmacêuticos brasileiros estão empregados (94,3%). Em parte, isso pode se dar pelo leque de possibilidades que o mercado permite, defende Sabrine Cordeiro, coordenadora farmacêutica no grupo Tapajós, líder do setor na região Norte com as marcas Santo Remédio, FarmaBem e Flexfama.

“Ser farmacêutico hoje é ter portas abertas em diferentes campos de atuação. Você pode trabalhar em hospitais, drogarias, laboratórios e outros setores. Além disso, é possível também atuar com análises clínicas e em unidades de terapia intensiva. Mas de fato, o setor que mais cresce é o das drogarias”, comenta a profissional.

Importância na pandemia

Como profissionais da saúde, farmacêuticos de todo mundo tiveram a prova de sua importância durante a pandemia. Em lugares como o Brasil, onde unidades de atendimento médico ficaram lotadas por causa das ondas do vírus, as drogarias se tornaram outra opção para pacientes à procura de ajuda.

A farmacêutica Jaqueline Dantas, uma das 250 profissionais que atuam no grupo Tapajós, viu de perto os impactos da pandemia desde o seu início.

“Foi realmente um grande desafio. Eu estava sem trabalho há dois anos e de repente me vi numa linha de frente de combate à pandemia. Mas, pelo amor que tenho à minha profissão, decidi enfrentar o medo e ficar disponível para ajudar o próximo, seja auxiliando na redução da automedicação ou simplesmente com uma palavra de conforto”, afirma a profissional.

Assim como Jaqueline, todos os farmacêuticos do Grupo Tapajós têm sido incansáveis nesse período de pandemia, segundo reconhece a direção da empresa. “Temos um time de profissionais extremamente dedicados, competentes e comprometidos com o seu trabalho, especialmente agora que a população está tão carente de ajuda profissional”, comenta a gerente de marketing, Carolina Cunha.

Foto: divulgação

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