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Diretor do DPI confirma que corpo é de homem envolvido nos homicídios de policiais em Iranduba

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A Polícia Civil do Amazonas, por meio do diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), delegado Mariolino Brito, informa que foi encontrado no início da tarde desta quinta-feira, dia 27, por volta de meio-dia, na Ilha da Paciência, no Ramal do Jandira, em Iranduba, município distante 27 quilômetros em linha reta da capital, o corpo de um dos indivíduos envolvidos nos homicídios do investigador de Polícia Genelson Carlos Duarte Mota e do policial militar Rubenicio da Silva Alexandre.

Conforme Mariolino Brito, o corpo do infrator foi achado na margem esquerda do Rio Manacapuru, em frente à Ilha da Paciência. Até o momento o homem continua sem identificação. Genelson tinha 46 anos e completaria, no próximo mês de dezembro, vinte anos de dedicação à instituição. Rubenicio tinha 59 anos. Eles morreram alvejados na noite da última terça-feira, dia 25, por volta das 18h, durante uma troca de tiros dentro de uma embarcação, em frente à Ilha da Paciência.

“Desde que aconteceu essa fatalidade vim acompanhar as investigações de perto e, durante caminhada, confirmamos o local onde ocorreu o tiroteio e encontramos o corpo de um dos infratores envolvidos nos crimes. Um segundo indivíduo, supostamente envolvido nos homicídios dos policiais, continua sendo procurado pelas equipes do DPI, 31ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Iranduba, Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) e Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera) da Polícia Civil do Amazonas”, argumentou Mariolino Brito.

Entenda o caso

Segundo o titular da 31ª DIP, Ricardo Homero, Genelson teria recebido, no final da tarde da última terça-feira, dia 25, uma denúncia anônima informando o transporte de entorpecentes no local e saiu para averiguar a delação. Ele teria solicitado o apoio de ribeirinhos do lugar durante o atendimento da ocorrência. Ricardo Homero lamenta profundamente a morte do colega, a quem ele se referiu como um policial bastante dedicado.

“Terça-feira à noite, por volta das 22h, recebemos a informação, pelo representante da Polícia Militar de Iranduba, sobre a apreensão de entorpecentes no lugar e a morte de duas pessoas. Até então não sabíamos que eram policiais. Os corpos das vítimas estavam em uma embarcação do tipo voadeira. Dentro da embarcação foram encontrados 100 tabletes de entorpecentes com aspecto de maconha do tipo skunk, uma metralhadora da Polícia Civil e projéteis de armamento ponto 40 e 380 milímetros. Não sabemos precisar a quantidade de tiros que eles levaram”, esclareceu o delegado.

Ricardo Homero informou que uma testemunha do caso, que já prestou depoimento na delegacia, teria presenciado a troca de tiros entre os policiais e os responsáveis pelo carregamento ilícito. Essa pessoa teria repassado informações que estão contribuindo significativamente para o andamento dos trabalhos investigativos. O enterro de Genelson ocorreu na manhã desta quinta-feira, dia 27, no Cemitério São Geraldo, localizado na Rua Valpes, s/nº, bairro Alto, em Iranduba.

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