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Empresa incubada na Ufam desenvolve bioinseticida para combater o Aedes aegypti

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O produto é resultado da parceria entre pesquisadores da Ufam e Inpa, e é feito de extratos de fungos amazônicos que eliminam ovos e larvas em até 24h

Professora Antônia de Souza (Ufam), e demais pesquisadores, na coleta de O Aedes aegypti, responsável por transmitir Dengue, Febre Chikungunya, Zica Vírus e outras doenças, tem preocupado o governo brasileiro pela velocidade como se propaga nas áreas urbanas. O Levantamento Rápido de Índices para o mosquito apontou 199 municípios em situação de risco para as doenças.
Diante do quadro de alerta, pesquisadores de todas as regiões têm realizado investigações com o intuito de minimizar o impacto na saúde pública e evitar um surto das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, em especial da Zika, que pode causar a microcefalia.

Na Universidade Federal do Amazonas, uma equipe liderada pela professora Antônia Queiroz Lima de Souza, da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), em parceria com uma empresa incubada no Centro de Desenvolvimento Empresarial e Tecnológico (Cdtech) da Ufam, e biólogos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), desenvolveu um bioinseticida capaz de eliminar ovos e larvas do mosquito Aedes aegypti.

Com a descoberta do bioinseticida, o principal foco da empresa, a partir de agora, é buscar investidores no Brasil ou exterior para a fabricação em massa do produto, e a rápida introdução no mercado através da venda direta. “O Inpa, titular da patente, juntamente com a Ecobios, Ufam e Fapeam estão à frente das negociações, buscando a transferência de tecnologia, objetivo maior da equipe do projeto e das instituições envolvidas”, ressalta Yamile. Ainda para a empresária, o preço do bioinseticida, com base em levantamentos, pode girar em torno de R$ 20 o litro ou R$15 o quilo.

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