Para coordenador pedagógico, “o Enem não está preocupado com o que o aluno sabe, mas com o que o aluno fará com aquilo que sabe”

As inscrições para Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, atingiram a marca de 9 milhões de estudantes em 2016, que vão realizar o exame nos dias 5 e 6 de novembro. Relativamente nova, a prova difere de vestibulares tradicionais e deixa muitos alunos em dúvida sobre qual é a melhor forma de se preparar. Para Fabrício Cortezi, coordenador pedagógico do Sistema de Ensino pH, um bom começo é entender o que o exame pede.

“É diferente de um vestibular tradicional, que costumava pedir ao aluno para responder questões segmentadas em várias disciplinas”, analisa. É a partir desse estudo sem contextualização que resultam aquelas perguntas “mas por que preciso aprender isso?” ou “quando vou usar essa fórmula na vida?”.

Segundo Fabrício, por ser uma prova contextualizada, o Enem exige interpretação e conhecimento, o que também requer treino. “Costumamos usar uma frase que resume bem isso: o Enem não está preocupado com o que o aluno sabe, mas com que o aluno fará com aquilo que sabe”, explica.

No Sistema de Ensino pH, que sempre obtém resultados expressivos no exame, o conteúdo é trabalhado de maneira a estar ligado ao dia a dia do estudante. E aprender de forma contextualizada rende mais: o aluno entende os porquês de passar por um conteúdo, acaba fixando o conhecimento e o transformando em habilidades.

Ficou mais difícil

De acordo com Cortezi, nos últimos dois anos a prova ficou mais difícil, pois passou a exigir um conteúdo mais amplo e direcionado. “Se compararmos as últimas edições, há uma gama de conteúdo maior, o que está presente também na matriz de referência. Além disso, o Enem tem abordado temas mais específicos, que exigem essa maior capacidade de análise e conhecimento por parte do estudante”.

Para adquirir conhecimento, além de toda rotina de estudo ao longo do ano, uma ferramenta primordial é a leitura. “Uma dica que sempre dou aos alunos é que eles leiam tudo o que puderem e mais um pouco. Jornais, revistas, livros, artigos de opinião, matérias sobre ciência e tecnologia… Para o Enem, é preciso estar atento ao mundo, saber por que e para que as coisas estão acontecendo”, avalia.

O repertório amplo é o que faz com que o aluno tenha a capacidade de analisar e tirar suas próprias conclusões sobre determinado assunto, sem cair na armadilha do senso comum. “Habilidades que vão muito além do Enem, antes, formam cidadãos”.

O coordenador dá ainda outras dicas que podem ajudar na hora da prova. Ler atentamente o manual para evitar surpresas é uma delas. E, claro, treinar por meio de simulados continua sendo uma maneira muito eficaz de ganhar intimidade com a prova, além de trabalhar a agilidade e concentração, competências muito importantes para ir bem no exame.

Sistema de Ensino pH (www.phsistemadeensino.com.br) – O Sistema de Ensino pH surgiu em 2012, a partir do trabalho desenvolvido no Colégio e Curso pH, presente há 29 anos no Rio de Janeiro. Reconhecido pelo elevado número de aprovações nos vestibulares das universidades mais concorridas do estado e pelos excelentes resultados no ENEM, o pH atua da Educação Infantil ao Pré-vestibular. O sistema conta com uma série de escolas parceiras e oferece orientação nas áreas de planejamento, ferramentas tecnológicas, projetos inovadores, integração de recursos e formação contínua dos profissionais. O Sistema de Ensino pH integra o portfólio de empresas da SOMOS Educação.

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