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Equipe da DECP tem apoio da Polinter do Espírito Santo para prender foragido da Justiça do Amazonas

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A Polícia Civil do Amazonas, por meio da equipe da Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (DECP), sob o comando do delegado titular da especializada, Antônio Rondon Jr, esteve à frente das investigações que resultaram, na manhã de segunda-feira, dia 24, na prisão de Paulo José Ribeiro da Silva, 42, conhecido como “Paulo Apurinã”, ocorrida no estado do Espírito Santo, em cumprimento a mandado por calúnia, difamação e injúria, expedido no dia 4 de março de 2015, pelo juiz da 8ª Vara Criminal do Estado do Amazonas, Carlos Zamith de Oliveira.
Conforme Antônio Rondon Jr, o infrator foi interceptado por policiais civis da Polinter do Espírito Santo. O fato ocorreu por volta das 10h, em uma casa localizada na Rua Felipe Camarão, bairro Santa Inês, no município de Vila Velha, naquele estado. De acordo com o titular da DECP em Manaus, “Paulo Apurinã” estava sendo procurado pela polícia desde 2015 e, ao longo das diligências, eles conseguiram identificar o paradeiro do infrator e pediram reforço dos policiais que atuam no Espírito Santo.
“Paulo está envolvido em casos de invasões de terras e uso de redes sociais para a prática de crimes como calúnia, difamação e injúria, cometidos contra autoridades locais, parlamentares e empresário que atua no segmento da Comunicação em Manaus. Em função disso representei o pedido de prisão em nome dele”, argumentou Antônio Rondon Jr.

Segundo a autoridade policial, “Paulo Apurinã” é conhecido por se apresentar como representante de uma tribo indígena no Amazonas e já foi investigado pela Polícia Federal, ocasião em que foi descoberto que ele apresentava um falso Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani), obtido em 2007, quando trabalhou como estagiário em uma fundação da esfera federal, em Manaus.

O delegado informou, ainda, que a partir do documento falso Paulo teve direito a benefícios tanto para ele quanto aos familiares, como ingresso em universidade pública por meio de cota destinadas às minorias. Na época, o infrator foi indiciado pela Polícia Federal por falsificação de documento público.

Paulo José permanecerá preso, provisoriamente, no Centro de Triagem de Viana, no estado do Espírito Santo, aguardando decisão da Justiça, que definirá o local onde ele deverá cumprir pena pelos crimes que cometeu, segundo Antônio Rondon Jr.

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