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Escolas municipais participam da 2ª Feira Amazonense de Matemática

Com o tema “Matemática Aplicada e/ou Interrelação com outras disciplinas”, aproximadamente 33 escolas da rede municipal de ensino participarão da etapa estadual, que iniciou nesta segunda-feira, 21/10, e segue até quarta-feira, 23/10. A Feira acontece no Centro de Convivência da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no Coroado, zona Leste de Manaus, e deve contar com a participação de 68 alunos do ensino fundamental do 4º ao 9º anos e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

A subsecretária de Gestão Educacional da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Euzeni Araújo, participou da Feira e destacou a importância em incentivar os alunos e professores a desenvolverem projetos científicos que modifiquem e tornem as aulas mais atrativas e dinâmicas, como no caso da matemática.

“O uso da tecnologia, a inovação e desenvolvimento da criatividade, são fundamentais para o estudo da matemática com o aluno do século 21. Este é um momento importante de troca de experiência entre os participantes, com alunos e professores de outras unidades e municípios, com certeza todos saem desse evento com um conhecimento mais enriquecido”, comentou a subsecretária.

A Feira contou também com a participação dos alunos da Oca do Conhecimento da unidade do Puraquequara, que tocaram e cantaram músicas amazonenses e nacionais.

Programação

Cada dia é destinado para uma modalidade de ensino e o primeiro ficou por conta da EJA com os alunos da escola municipal Doutor Raimundo Magalhães Cordeiro, conjunto Amazonino Mendes, no Novo Aleixo, na zona Norte. O projeto apresentado pela equipe foi o jogo eletrônico de “Quiz Expressos Numéricas”.

Os alunos criaram um aplicativo, pela Programação Scratch, que pode ser baixado em qualquer computador, notebook e aparelhos smartphone. A intenção dos “alunos cientistas” é propiciar a interação entre a tecnologia e a matemática, com jogos cheios de atividades de raciocínio lógico.

“A gente quer tirar a fama de bicho-papão que a matemática tem para a maioria dos alunos, e que eles tenham mais interesse na disciplina, por meio de jogos com desafios. E nesse processo criamos também um personagem que é o Max, que acompanha o jogador e informa se está certo ou errado’, explicou uma das criadoras do aplicativo, Lyandra Silva, da 4ª fase da EJA.

Pelo menos 150 escolas, entre estaduais, municipais do interior do Amazonas e privadas, apresentarão os projetos científicos matemáticos durante os três dias da Feira. De acordo com o coordenador geral do evento, Francisco Feitosa, o objetivo não está na competição, mas na participação, apresentação e troca de experiência entre as unidades de ensino, onde todas ganharão medalhas de participação.

“A Feira obedece alguns critérios como a comunicação do trabalho, domínio do conteúdo e qualidade e relevância científico social e ambiental. Não terá classificação (1º, 2º e 3º lugares), todos receberão certificado, medalhas por pontuação, as 10% que conseguirem as melhores notas recebem medalha de ouro, as 20% de prata e as restantes de bronze”, comentou o coordenador.

Texto – Érica Marinho / Semed
Foto – Cleomir Santos / Semed

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