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FÉRIAS: Saúde alerta viajantes para eliminação dos

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Medidas de combate ao mosquito Aedes aegypti devem ser reforçadas durante o verão. O período é marcado por chuvas em várias regiões do país e aumento da circulação de pessoas entre os estados. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda aos viajantes que, antes de saírem de suas casas, façam uma vistoria detalhada para eliminar os recipientes que possam acumular água parada e servir como criadouro do mosquito. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, faz um apelo aos brasileiros. “Se hoje nós não temos vacina, se hoje nós não temos algo de concreto e efetivo diferente de tudo o que tem sido feito até hoje no controle e no combate ao vetor, o mosquito Aedes aegypti, o mais efetivo neste momento é a eliminação de todo e qualquer recipiente que possa juntar água parada e proliferar o mosquito Aedes aegypti”.

O ciclo de reprodução do mosquito Aedes aegypti, desde o ovo à forma adulta, pode levar de 5 a 10 dias. Por isso, mesmo em uma viagem curta, é preciso ficar atento. Um balde esquecido no quintal, uma tampinha de refrigerante ou uma planta na varanda do apartamento, após uma chuva, podem facilmente se tornar um foco do mosquito e afetar toda a vizinhança. O secretário de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame, destaca que a ação de agentes de saúde será reforçada. “O que nós fizemos no ministério foi reforçar a necessidade, fizemos isso através de uma portaria, a portaria nº 2121, em que ela explicita de uma forma mais clara a necessidade da integração dos agentes comunitários de saúde com os agentes de endemia. Juntamente com outras iniciativas, como voluntariado, exército e agentes de endemia, nós estamos deixando clara a necessidade da integração dos agentes comunitários de saúde no esforço, que é um esforço da sociedade brasileira como um todo, no combate ao mosquito e aos criadouros”.

No total, 266 mil agentes comunitários de saúde vão reforçar o combate ao mosquito Aedes aegypti. Os profissionais se juntam aos quase 44 mil agentes de combate às endemias que já realizam o serviço junto à comunidade. Você também pode ajudar nesta luta. 15 minutos por semana são suficientes para fazer uma vistoria em toda casa e eliminar todos os possíveis focos do mosquito. Os ovos do Aedes aegypti podem ficar aderidos às laterais internas e externas dos recipientes por até um ano sem água. Se durante este período os ovos entrarem em contato com água, o ciclo evolutivo recomeça. Por isso, é necessário lavar os recipientes com água e sabão, utilizando uma bucha. Para mais informações, acesse a página do Ministério da Saúde no endereço www.saude.gov.br.

Reportagem, Luiz Philipe Leite.