Por Massami Miki*

Ontem, depois que falei sobre a situação dos vendedores ambulantes do Centro da cidade, pipocaram denúncias sobre a realidade dos vendedores. Alguns trabalhadores me procuraram e me contaram que não sofrem somente com a escassez de consumidores, mas que existe outra situação mais grave: o exagero por parte dos fiscais da Sempab.

Quero deixar bem claro que não estou a favor do comércio irregular, mas que as coisas aconteçam de forma prudente e legal. Os comerciantes me contaram que os fiscais da Sempab, apreendem as mercadorias e doam apenas parte desse material para as instituições. A outra parte é desviada sem ter a finalidade justificada. A informação é que não é de hoje que essa prática acontece.

Nossa produção tentou falar com a assessoria da Sempab, pelo telefone 3663-8488, por volta das três horas da tarde, mas as ligações não foram atendidas.

Não desistimos de saber com clareza o que acontece com a mercadoria apreendida. Vamos buscar esclarecimentos para que tantos os trabalhadores, quanto a população saiba qual a destinação final do material que é apreendido dos camelôs do Centro da cidade.

Massami Miki é advogado, engenheiro agrônomo e vereador de Manaus

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