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Gastos com delivery crescem 149% em 2020

Sozinho, o Brasil foi responsável por quase metade do mercado de delivery na América Latina, chegando a 48,77% de pedidos

Muito antes da pandemia de Covid-19 , o trabalho home office já mantinha 3,8 milhões de brasileiros em casa, segundo dados do IBGE em 2018. Além disso, o delivery já tem se mostrado uma alternativa bastante vantajosa há alguns anos em diferentes segmentos e em diferentes estados do País.

No ramo alimentício não há dúvidas: a mudança de comportamento dos consumidores brasileiros ampliou o hábito de pedir comida por aplicativo ou até mesmo por telefone. Unindo à realidade ainda mais inflada do home office, o resultado foi um aumento de 149% nos gastos com pedidos de entrega de comida em casa.

Os dados são de uma startup de gestão de finanças pessoais, Mobilis, que analisou as despesas dos usuários em três dos principais aplicativos de entregas de comida: Rappi, Ifood e Uber Eats.

O levantamento ainda revela que a média de gastos entre os meses de janeiro e dezembro de 2020 foi de 61%, considerando R$50,51 como gasto médio no início do ano e R$103,96 nos últimos meses de 2020.

Entre os meios de pagamento, o portal Statista, revela que o pagamento feito por carteira online dentro do próprio app de entrega dominou no país, com 40% da preferência. Na sequência, aparecem os cartões de crédito (27%), débito (25%) e vale alimentação/refeição (2%). Os pagamentos em dinheiro representam 4%, mas prometem ser substituídos com a chegada do Pix.

Delivery brasileiro é destaque na América Latina

Outros dados confirmam o boom do delivery no Brasil. Segundo levantamento do portal Statista, o Brasil foi destaque no segmento de delivery na América Latina no ano passado. Sozinho, o país foi responsável por quase metade do mercado, chegando a 48,77%.

Em seguida, aparecem na listagem México (27,07%) e Argentina (11,85%). Além disso, a projeção é que, em 2021, haja ainda mais crescimento. As previsões apontam que o setor poderá movimentar aproximadamente US$6,3 trilhões de dólares em todo o mundo até o final deste ano.

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