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Governo do Amazonas abre espaços culturais para projetos contemplados pelos editais da Lei Aldir Blanc

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Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa recebe solicitações pelo e-mail [email protected]

Os espaços culturais administrados pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, estão abertos para atender projetos contemplados pelos editais Prêmio Feliciano Lana e Prêmio Manaus de Conexões Culturais, da Lei nº 14.017/2020, conhecida como Lei Aldir Blanc. Entre os equipamentos disponíveis estão os centros culturais Palácio da Justiça, Povos da Amazônia, Palácio Rio Negro e Usina Chaminé, Teatro da Instalação, Cineteatro Guarany, Palacete Provincial, Casa das Artes e Galeria do Largo.

Segundo o secretário Marcos Apolo Muniz, os proponentes podem fazer a solicitação pelo e-mail [email protected] Ele adianta que a pasta vai abrir a agenda de pautas para o Teatro Amazonas na segunda quinzena de janeiro de 2021.

“Desde o início dos trâmites da Lei Aldir Blanc, a Secretaria está empenhada em fazer esse recurso chegar à classe, que foi bastante prejudicada por conta da pandemia. Agora, começamos a enxergar um recomeço, uma reconstrução e, conforme orientação do governador Wilson Lima, estamos preparados para oferecer também este apoio, com a abertura dos nossos espaços para ocupação”, comenta o titular da pasta de Cultura e Economia Criativa. “Também oferecemos suporte na divulgação dos projetos no Portal da Cultura”.

Muniz destaca que os espaços culturais têm equipes treinadas para o cumprimento dos protocolos de segurança em prevenção a Covid-19, como distanciamento social, uso obrigatório de máscaras, além de totens de álcool em gel em locais estratégicos.

“É importante que todos tenham consciência que estamos numa pandemia e os protocolos de segurança são, por enquanto, a única maneira de conter a proliferação do novo coronavírus”, comenta o secretário.

Projetos – A programação de dezembro começou com o show “Alaídenegão 13 anos”, no Centro Cultural Povos da Amazônia. A banda amazonense recebeu o público, em número reduzido por conta da pandemia, no Espaço Rio Amazonas, onde fica a exposição “Os Filhos da Nossa Terra” sob uma cúpula confeccionada em fibra de arumã e com a exposição de estátuas assinadas pelo artista plástico Felipe Lettersten, numa homenagem a povos distintos do continente americano.

O Povos da Amazônia também vai sediar, no dia 19, às 19h, o lançamento do filme “Entre Nós”, com texto e direção de Arnaldo Barreto.

“Entre Nós” conta o Drama de Amália (Izabel Vega) e Jandira (Dione Maciel) que vivem na Amazônia, nas margens do rio Tapajós. A história acontece quando jovem Amália (Fernanda Marquez) se envolve com os irmãos Ferreira, Renato (Lino Camilo) e Ricardo (Denis Carvalho) causando uma grande tragédia que marcará para sempre a sua vida e de todos da Vila Paraíso. A classificação indicativa é para 16 anos.

Já o Cineteatro Guarany foi palco do Circuito de Música Instrumental Manauara, com Abner Viana Sexteto e participação de Jander Manauara, enquanto o Teatro da Instalação recebeu os espetáculos “Eczema” e “Ano 5”, da Companhia Storge. A Usina Chaminé foi palco para o projeto “Leituras Dramáticas da peça Constance, a cantora de depois de depois do fim do mundo e o submarino do Rio das Sombras”.

Os projetos foram contemplados no Edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), por meio da Lei Aldir Blanc, e têm apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.

FOTO: Michael Dantas e Divulgação (Abner Viana)

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