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‘Helena’ ganha nova versão em projeto do Ateliê 23

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Espetáculo vai ser apresentado entre os dias 17 e 20 de dezembro, às 20h, com acesso gratuito

A história de “Helena”, uma mulher real, professora, mãe, brasileira que reflete a imagem de superação, vai ser contada numa nova versão, entre os dias 17 e 20 de dezembro, no Ateliê 23 (Rua Tapajós, 166, Centro). O espetáculo faz parte da programação do Combo 23, projeto contemplado no Edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), por meio da Lei nº 14.017/2020, conhecida como Lei Aldir Blanc.

A apresentação inicia às 20h e o acesso é gratuito, no entanto, as vagas são limitadas. A medida atende aos protocolos de segurança em prevenção a Covid-19, como distanciamento social, uso obrigatório de máscaras e álcool em gel em pontos estratégicos.

O ator e diretor Taciano Soares conta que “Helena” teve mudanças no elenco e as cenas passaram por uma reformulação.

“As cenas narram mais detalhes da história na infância e na juventude, casos específicos de revelação da fé que ela viveu, mas com o mesmo objetivo, de tornar Helena essa figura que atravessa possibilidades de renovação a partir da fé e da música, que são os pontos principais da obra”, adianta o artista. “As sequências foram repensadas dentro do perfil do novo elenco e a partir de uma necessidade que identificamos depois das inúmeras apresentações da primeira temporada, de aproximar e envolver mais as pessoas em minúcias que passaram despercebidas”.

A nova versão da peça traz na ficha técnica os atores Eric Lima, Jean Palladino, Julia Kahane, Laury Gitana, Taciano Soares e Thiana Colares. A trilha sonora, característica do espetáculo, reúne sucessos de cantores consagrados da música brasileira e também canções autorais criadas por Number Teddie, com a colaboração de Eric Lima.

“Agora temos a direção musical de Ediel Castro e, além disso, a execução musical é ao vivo, multiinstrumental, realizada por ele”, destaca Taciano Soares.

Sucesso de público e crítica desde a primeira temporada, em 2019, “Helena” recebeu indicação ao Prêmio Brasil Musical, na categoria “Melhor Musical Norte”. Em janeiro deste ano, a peça foi a única representante da região Norte a participar da segunda edição da mostra a_ponte: cena do teatro universitário, na programação teatral de 2020 do Itaú Cultural, em São Paulo.

O projeto também foi contemplado pela Residência de Artes Cênicas do Serviço Social do Comércio do Amazonas (Sesc) em 2019.

Combo 23 – Projeto de pesquisa e manutenção do Ateliê 23, contemplado no Edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), por meio da Lei nº 14.017/2020, conhecida como Lei Aldir Blanc.

O “Combo 23”, como frente de manutenção e numa perspectiva conceitual, propõe realizações de oficinas e apresentações para a comunidade, em diferentes zonas de Manaus. Já a frente de pesquisa traz a articulação teórica sobre a continuidade das ações do grupo, como intercâmbio com uma companhia de Minas Gerais, seminário de investigação sobre o momento histórico da cidade e processo de imersão que vai ser exibido no fim deste mês.

Ateliê 23 – Em sete anos de estrada, o Ateliê 23 tem base no Centro de Manaus desde março de 2015, na Rua Tapajós, 166, com 16 espetáculos no repertório, entre eles sucessos de público e crítica como “Helena”, selecionado para a mostra a_ponte: cena do teatro universitário do Itaú Cultural e indicado ao Prêmio Brasil Musical; “da Silva” e “Ensaio de Despedida”, indicados para o projeto Palco Giratório, do Sesc; “Vacas Bravas” e “Persona – Face Um”. Este último colocou em pauta o tema transfobia e ficou um ano e meio em cartaz.

Um dos poucos espaços culturais privados de Manaus, a casa da companhia de teatro abriga muitos grupos e artistas independentes para realizar ensaios, temporadas de espetáculos, encontros, lançamentos de livros, apresentações acadêmicas, debates e oficinas. O local já sediou ações promovidas pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Federação de Teatro do Amazonas (Fetam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Fundação Nacional de Artes (Funarte), Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Serviço Social do Comércio (Sesc).

Ao longo de cinco anos, mais de sete mil pessoas passaram pelo equipamento cultural, que tem a sala de espetáculos com capacidade para 40 lugares. Antes da pandemia, o Ateliê 23 abria as portas para o público todos os fins de semana, de fevereiro a dezembro.

FOTO: Larissa Martins

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