As Principais Notícias do Estado do Amazonas estão aqui!

Indústria do estado do Amazonas teve queda em maio de -3,6%

Em maio de 2017, a produção industrial do Amazonas ajustada sazonalmente mostrou retração de 3,6% frente ao mês imediatamente anterior, após avançar 4,8% em março e recuar 0,6% em abril.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial do Amazonas mostrou variação negativa de 0,1% no índice mensal de maio de 2017, após avançar 7,4% em abril último. O índice acumulado nos cinco primeiros meses do ano assinalou expansão de 1,9% e intensificou o ritmo de crescimento observado no primeiro trimestre de 2017 (1,0%), ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos doze meses, ao recuar 2,6% em maio de 2017, manteve a redução na intensidade de queda iniciada em junho de 2016 (-18,2%).

A produção industrial do Amazonas registrou variação negativa de 0,1% em maio de 2017 frente a igual mês do ano anterior, com apenas quatro das dez atividades pesquisadas assinalando queda na produção. Os setores de bebidas (-10,0%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-11,0%), de outros equipamentos de transporte (-16,2%) e de indústrias extrativas (-17,2%) exerceram as influências negativas mais relevantes sobre o total da indústria, pressionadas, em grande parte, pela menor produção de preparações em xarope para elaboração de bebidas para fins industriais, no primeiro; de gasolina automotiva, óleo diesel e gás liquefeito de petróleo, no segundo; de motocicletas e suas peças e acessórios, no terceiro; e de gás natural e óleos brutos de petróleo, no último. Por outro lado, o principal impacto positivo veio de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (31,5%), impulsionado, em grande parte, pela maior fabricação de televisores.

No índice acumulado dos cinco primeiros meses de 2017, o setor industrial do Amazonas avançou 1,9% frente a igual período do ano anterior, com a maior parte (6) das dez atividades investigadas assinalando crescimento na produção. O ramo de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (30,1%) exerceu a contribuição positiva mais relevante sobre o total da indústria, impulsionado, em grande parte, pela maior produção de televisores. Vale mencionar ainda os avanços vindos dos setores de máquinas e equipamentos (84,6%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (29,3%) e de produtos de borracha e de material plástico (15,8%), explicados, em grande medida, pela maior produção de aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas, transportáveis (inclusive os do tipo “split system”) ou para uso central e terminais comerciais de autoatendimento, no primeiro; de fornos de micro-ondas, chicotes elétricos para transmissão de energia (exceto para veículos), conversores estáticos elétricos ou eletrônicos, baterias e acumuladores elétricos (exceto para veículos) e disjuntores para tensão menor ou igual a 1kv, no segundo; e de peças e acessórios de plástico para a indústria eletroeletrônica e pré-formas de garrafas plásticas (inclusive de garrafas PET), no último. Por outro lado, os principais impactos negativos vieram dos ramos de bebidas (-13,5%) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-8,1%), pressionados, especialmente, pela menor produção de preparações em xarope para elaboração de bebidas para fins industriais; e de óleo diesel, naftas para petroquímica e gás liquefeito de petróleo, respectivamente.