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Itens do Boi Caprichoso vestem fantasias com materiais reutilizáveis para reviver lendas amazônicas

Fantasias com 80% de materiais reutilizáveis vestiram a Cunhã-Poranga e a Porta-Estandarte do Boi Caprichoso para ensaio fotográfico e filmagens que retrata lendas amazônicas. A beleza da musas do festival de Parintins contrastou com a exuberância das cachoeiras de Presidente Figueiredo, no Amazonas. O material audiovisual pode ser visto no @desafioamazonia ou no YouTube.

Marciele Albuquerque se transformou em Coaci Beija-Flor e Marcela Marialva em Galo da Serra, com maquiagens artísticas. As itens do Boi Caprichoso foram convidadas pelo estilista e designer de moda, Eglisson Gomes, junto com o maquiador Rodrigo Praiano, e o fotógrafo Leandro Cruz, para participar do Desafio Amazônia, inspirado na série Cidade Invisível.

As fantasias tiveram um hora de montagem no meio da floresta. A roupa de Marcela Marialva foi confeccionada com papel e de Marciele Albuquerque com plástico que envolve as embalagens de televisores e gravetos coletados na floresta. “Conseguimos colocar um conceito de design, sem usar coisas luxuosas, pedrarias, sempre algo diferente”, descreve.

O desafio maior é fazer tudo de forma natural no contexto do ambiente do ensaio fotográfico, uma experiência no meio da floresta. “No dia da Marcela Marialva, a gente não sabia de encontrar o Galo da Serra, mas graças a Deus encontramos. No da Marciele, choveu. Tudo isso permite à convidada viver um desafio”, explica o idealizador do Desafio Amazônia.

Eglisson Gomes, natural de Presidente Figueiredo, destaca que a ideia é mostrar as riquezas do município, onde existem mais de 150 cachoeiras catalogadas e somente 10 ou 20 são conhecidas. “Então, a gente quer explorar as que ninguém conhece. Passa a ser um desafio mesmo você chegar lá. Quando veio a Série Cidade Invisível, chegou o momento”, frisa.

A proposta do Desafio Amazônia é viver uma verdadeira aventura na floresta com uma lenda amazônica embasada em pesquisa e transformar o que seria descartado no lixo em arte. “O nível das fantasias de Parintins é muito alto. Preparamos algo mais conceitual, tanto na maquiagem, quanto na roupa, para foto”, revela Eglisson Gomes.

Toda a produção é no local, desde a maquiagem até a o figurino, fotografia e filmagem. O convidado (a) descobre ali qual a lenda irá interpretar. Ao todo, já são episódios disponíveis ao público. “Já fizemos também a Cuca e a Yara. A calda da Yara foi feita com sacola de leite em pó dobrada do averso. As roupas são de materiais reutilizáveis.

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