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Juíza alega questão humanitária para conceder prisão domiciliar para enteado de ‘Arthuzão’

A defesa de Alejandro Valeiko alegou problemas psicológicos ao impetrar o habeas corpus

Alegando problemas psicológicos, a defesa de Alejandro Molina Valeiko conseguiu derrubar a prisão temporária definida nesta semana. A detenção do enteado do prefeito de Manaus Arthur Neto foi convertida para prisão domiciliar.

A desembargadora Joana Meirelles decidiu liberar Alejandro, neste sábado (5), a pedido da defesa dele, comandada pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Amazonas, Marco Choy, que também é procurador do município. O defensor impetrou habeas corpus criminal no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) ainda na sexta.

A juíza argumentou que tomou a decisão porque a situação de Alejandro é uma questão humanitária. Ela solicitou exames psicológicos para ver se o enteado do prefeito tem condições de prestar depoimento e assim contribuir com as investigações.

Alejandro deve se apresentar voluntariamente à autoridade policial em 24 horas a contar da notificação sobre a decisão. O enteado do prefeito era considerado foragido por participar da morte do engenheiro Flávio Rodrigues.

Veja a decisão:

Alejandro vai ficar preso na mesma casa onde teria ocorrido a festa que terminou com a morte do engenheiro