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Madrigal Amazonas da UEA participa de festival nacional de corais e eventos on-line

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Valendo-se de vídeos históricos de performances, foi possível inscrever o grupo em inúmeros festivais virtuais

O Madrigal Amazonas da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) participou do 11º Canta Del-Rei – Festival Nacional de Corais, que se encerrou na noite do último domingo (13/12), na cidade de São João del-Rei (MG). Na ocasião, o Madrigal apresentou um vídeo com três obras que caracterizaram a trajetória artística do grupo nos anos de 2019 e 2020. Participaram do evento 20 coros de todo Brasil.

No repertório foram incluídos a apresentação do Madrigal Amazonas na abertura do projeto “100 Anos de Claudio Santoro: vida e obra”, “Ave Maria”; um vídeo do Madrigal produzido em 2020 durante o isolamento social devido à Covid-19, “Mar Português”; e a obra interpretada pelo Madrigal e pela Orquestra Sinfônica da UEA durante o 5º Festival de Coros do Amazonas, “Gloria”, da “Missa em Dó Maior KV 317 – Missa da Coroação”, de W. A. Mozart.

De acordo com o professor da Escola Superior de Artes e Turismo (Esat/UEA) e maestro do Madrigal, Adroaldo Cauduro, as atividades artísticas do Madrigal foram adaptadas para os meios digitais durante a pandemia da Covid-19, por meio do Ambiente Virtual de Aprendizado (AVA) disponibilizado pela UEA.

A partir daí, foi possível estabelecer um processo de ensino-aprendizagem dinâmico, possibilitando o crescimento técnico da performance de cada cantor e promovendo o incremento do nível artístico do grupo.

Ao longo do processo de estudo do repertório, o Madrigal realizou gravações experimentais de vídeos de algumas peças como, por exemplo, o “Kyrie” da “Missa da Coroação” de Mozart; os poemas “Mar Português”, de Fernando Pessoa, “Canção Ballet”, de Mário Quintana”, e “The Sun went down – No Man looked on”, de Emily Dickinson; e “Noite Feliz”, de Franz Gruber.

Valendo-se dos vídeos e históricos, o Madrigal Amazonas conseguiu participar de eventos artístico-culturais e de festivais de coros virtuais nacionais e internacionais ao longo de 2020.

“Os vídeos tornam-se protagonistas, propagando a música coral através de lives, eventos acadêmicos, eventos artístico-culturais públicos e privados, e mesmo festivais virtuais de coros. Todo esse movimento musical virtual propiciou, paradoxalmente, a aproximação entre maestros, produtores culturais, cantores, universidades, instituições públicas e privadas, como nunca antes vivenciada na história do canto coral”, enfatizou o professor Adroaldo.

Ainda sobre a importância dos eventos, o professor aponta que, em poucos meses, no segundo semestre de 2020, o Madrigal Amazonas teve a oportunidade de mostrar o canto para todo Brasil, bem como a muitos países das Américas do Sul, Central e do Norte. Assim, o maestro descreve a participação do grupo no leque de eventos virtuais como algo fundamental para a divulgação e valorização dos trabalhos desenvolvidos pelos artistas da equipe.

Foto: Divulgação

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