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Mais de 30% das famílias tentam sobreviver com menos de R$500 por mês, afirma SOS Manaus

O colapso na região vai além da crise sanitária. População local tem dependido de doações para se manterem no dia a dia

A solidariedade tem sido presente em Manaus (AM), especialmente depois da comoção social em janeiro deste ano. Empresas e celebridades engajaram em grandes campanhas para doações de cilindros de oxigênios aos hospitais. Porém, além dos impactos na saúde, a COVID-19 tem agravado o sistema econômico na região. O número de desempregados e de famílias sobrevivendo com menos de R$500,00 por mês, acentua a urgência de auxílio humanitário ao povo manauara.

 

O turismo, uma das principais fontes responsáveis por movimentar a economia do Estado, teve uma queda de mais de 70% no faturamento durante a pandemia e milhares de pessoas perderam seus empregos. O restaurante que Alice de Almeida Barbosa Albano (35) trabalhava fechou. Mãe de 7 filhos, costumava trabalhar aos finais de semana e feriados, como ajudante, para contribuir na renda mensal familiar. “Meu esposo sempre trabalhou muito. Ele é ajudante de pedreiro e, antes dessa pandemia, nunca faltava uma obra. Agora, quase ninguém tem dinheiro para fazer uma reforma”, desabafa a dona de casa.

 

Diante do cenário atual, com desemprego e a redução do auxílio emergencial pela metade, a organização humanitária Aldeias Infantis SOS Brasil fortalece a importância de um sistema de solidariedade contínua. “A crise não será resolvida instantaneamente, o impacto da pandemia só agravou uma situação que já era delicada. Milhares de pessoas vivem em situação de extrema vulnerabilidade em Manaus”, reforça Edmond Sakai, Diretor de Relações Institucionais, Marketing e Comunicação da Aldeias Infantis SOS Brasil.

 

Com foco em atenuar a crise a médio prazo, a organização lançou uma campanha emergencial que tem o objetivo de ajudar mil famílias até maio, fornecendo insumos de higiene pessoal, materiais de limpeza, cestas básicas, cartões de alimentação e kits de prevenção contra a COVID-19. Quilombolas, ribeirinhos, indígenas e refugiados, todos residentes em Manaus, são atendidos pela instituição. “Contamos com a união de esforços de quem doa e nossa equipe que trabalha para suprir todas as necessidades que surgem dia após dia”, ressalta Sakai.

 

Uma corrente humanitária do bem pode ser uma solução imediata. Empresas ou pessoas físicas consegue contribuir, sem sair de casa. A partir de R$30,00 é possível doar através do www.aldeiasinfantis.org.br em “doar agora”.

 

Sobre a Aldeias Infantis SOS Brasil

 

A Aldeias Infantis SOS Brasil (SOS Children’s Villages International) é uma organização humanitária, sem fins lucrativos, não governamental e independente, que luta pelo direito das crianças, jovens e adolescentes a viverem em família. No mundo, é a maior organização de atendimento direto à criança. A Aldeias Infantis SOS Brasil advoga pelos direitos da infância e atua junto a meninos e meninas que perderam o cuidado parental ou estão em risco de perdê-lo, além de dar reposta a situações de emergência. Fundada na Áustria, em 1949, está presente em 136 países. No Brasil, atua há 53 anos e mantém mais de 70 projetos, em 31 localidades de Norte ao Sul do país. Ao trabalhar junto com famílias em risco de se separar, para que fiquem mais fortes, e fornecer cuidados alternativos para crianças e jovens que perderam o cuidado de suas famílias, a Aldeias Infantis SOS Brasil luta para que nenhuma criança tenha que crescer sozinha.

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