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Marcos Rotta ressalta a participação do ministro Eduardo Braga em debate sobre o setor energético na Câmara dos Deputados

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O vice-líder da bancada do PMDB na Câmara, deputado federal Marcos Rotta (AM), destacou, nesta quarta-feira (4), a presença do ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga (AM), na sessão extraordinária da comissão geral que debateu a crise hídrica e energética no Brasil.

Ele atendeu ao convite feito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que convidou todos os ministros a exporem seus planos e metas ao parlamento.

No plenário Ulisses Guimarães, Braga apresentou seu plano de metas de curto e longo prazo à frente do Ministério. Ele expôs um quadro da situação atual do setor elétrico e os temas prioritários, os quais incluem a recuperação de atrasos nas obras de transmissão e geração, a ampliação da oferta de energia elétrica com diversificação da matriz energética e o estímulo à geração distribuída, além do cumprimento do cronograma de leilões previstos para 2015.

A sessão ficou lotado e contou com a presença de parlamentares e representantes da Sociedade Civil, que sabatinaram o ministro. “A todo homem público é dada a obrigação de saber ouvir. O ministro Eduardo Braga ouviu elogios ao seu trabalho no Ministério, o reconhecimento dos parlamentares, mas ouviu sugestões de melhorias e convites dos deputados para visitar seus respectivos estados”, afirmou.

Para Rotta, a participação do ministro Eduardo Braga no debate sobre a crise hídrica e energética representa o compromisso e a transparência do PMDB em colocar à mesa os problemas importantes que afetam os brasileiros e discutir soluções.

“Ficou concreto o reconhecimento de que a política energética está no caminho certo e, para nós, do Amazonas, termos um político desse estado à frente de um ministério estratégico para o desenvolvimento do Brasil é motivo de orgulho. Braga, que é engenheiro elétrico, está devidamente engajado em apresentar uma política séria que, de um lado, garanta a todos os brasileiros uma energia elétrica de qualidade e, de outro, atraia investimentos e geração de empregos”, analisou Rotta.

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