Take a fresh look at your lifestyle.

Massami alerta para fim do decreto do IPI dos concentrados que pode prejudicar centenas de produtores rurais do Amazonas

-publicidade-

Assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o Decreto 10.254/2020 que estabelece em 8% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) do setor de concentrados de refrigerantes no Polo Industrial de Manaus (PIM) está prestes de perder a validade. Nesta quinta-feira (01/10), o ex-vereador Massami Miki chamou a atenção para o tema uma reunião com correligionários. De acordo com ele, caso não haja vigilância política, o prejuízo vai atingir centenas de produtores rurais no Amazonas. “Se a alíquota não for prorrogada, o primeiro impacto negativo é nos produtores rurais de Maués e Presidente Figueiredo que dependem dessa cadeia produtiva e produzem açúcar mascavo e guaraná, que são utilizados na produção de refrigerantes. Essa insegurança jurídica, deixa tensos todos que fazem parte desse ciclo produtivo”, destacou o ex-parlamentar.

O Decreto 10.254 vale até o próximo dia 30 de novembro e coloca em risco a permanência de empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), que atuam no segmento.

“Conversei pessoalmente com produtores rurais e eles me relataram que a aflição é permanente, enquanto o presidente Bolsonaro não der sinal positivo para manter a alíquota em 8%. Se esse percentual ficar abaixo, é inviável a permanência das empresas em Manaus e centenas de famílias podem passar fome”, alerta o ex-vereador.

Para Massami Miki, a bancada federal do Amazonas, no caso os senadores e deputados federais, devem ficar alertas e mesmo nesse período eleitoral, manter o foco e lutar para mantar os empregos dos trabalhadores que precisam da permanência do setor de concentrados no estado, para sobreviver.

-publicidade-