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Não deu: Marco Archer é fuzilado na Indonésia por tráfico de drogas

Fonte: Metro e agências

Não adiantaram os seis pedidos de clemência feitos pelos presidentes do Brasil Lula (2) e Dilma Rousseff (4). Nem o da Procuradoria Geral da República ou o dos amigos. Até o papa Francisco foi procurado para interceder a favor do condenado, mas não chegou a fazê-lo. Não deu tempo.

Entre 15h e 16h deste sábado (horário de Brasília), o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, 53 anos, foi fuzilado com um tiro na cabeça na ilha de Nusakambangan (Indonésia). O motivo: tráfico internacional de drogas.

Em agosto de 2003, Archer recebeu US$ 10 mil para transportar 13,4 quilos de cocaína escondidos dentro das armações tubulares de uma asa delta. O raio-x do aeroporto detectou, e Marcos foi preso, julgado e, em 2004, condenado à morte, que ocorreu neste sábado, mais de 11 anos após sua prisão.

O brasileiro, que morava no Rio de Janeiro e era instrutor de asa delta na cidade antes de ser preso, morreu com outros cinco condenados pelo mesmo crime: um holandês, dois nigerianos, um vietnamita e um indonésio. No último dia 30 de dezembro foram rejeitados os últimos pedidos judiciais de clemência para os seis condenados, feitos pelos respectivos advogados.

Além de Archer, outro brasileiro também está condenado à pena de morte na Indonésia. Em 2005, quando seu conterrâneo do Rio já estava preso, o paranaense Rodrigo Goularte tentou entrar no país com 6 quilos de cocaína dentro de pranchas de surfe. Foi igualmente preso, julgado e condenado. A data de sua execução ainda não foi divulgada.

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