Sucesso, alto desempenho, metas cumpridas e resultados alcançados, é isso que um gestor espera de sua equipe, o mesmo objetivo pretendido pelo técnico de futebol que lidera seus jogadores em busca do campeonato. Alcançar os resultados como aumento de vendas, agilidade, qualidade na produção em uma fábrica, por exemplo, equivalem ao gol ou melhor, a vitória em uma partida.

O exemplo que nos ajuda a entender a como é possível se tornar um gestor de sucesso foi apresentado pela psicóloga e master coach Cíntia Lima. Com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento humano ela ministra treinamento e palestras e esta semana ministrou o curso Gestão de Pessoas e Equipes para o Alto Desempenho e destacou o modelo de gerir pessoas mudou muito nos últimos cinco anos. Atualmente, ao invés de enxergar os funcionários como meros executores de tarefas, o gestor precisa ‘olhar’ para sua equipe entendendo-os como seres humanos que tem perfis diferentes.

“Primeiro o gestor precisa conhecer o perfil das pessoas porque dessa forma ele consegue identificar o que cada um é capaz de entregar em cada atividade. Depois é preciso treinar e desenvolver para que cada um alcance o desempenho necessário. Mesmo que o profissional não tenha experiência em gestão de pessoas, esta é uma habilidade que pode ser desenvolvida. É como um time de futebol onde o gestor é o técnico. Ele escala conforme análise do perfil e das potencialidades, treina e coloca na posição mais estratégica para a equipe, em conjunto , alcançar o melhor resultado”, destacou

Cíntia Lima explica que a ‘arte’ de gerir pessoas evoluiu nos últimos anos com a aplicação da psicóloga positiva, neuropsicologia, a neurociência e o coach com suas ferramentas e técnicas. Logo, o gestor, mesmo com experiência e treinamentos, precisa estar sempre se reciclando.

Foi justamente essa compreensão e a vontade de fazer mais e melhor que motivou o engenheiro Yhagor dos Santos Cesar a participar do curso Gestão de Pessoas e Equipes para o Alto Desempenho pela segunda vez. O chefe de produção que trabalha em uma fábrica no Distrito Industrial contou que quando assumiu a função de gestor agia de forma bem diferente daquela que aprendeu.

“Eu fazia tudo errado. Tudo o que é explicado durante o curso, os exemplos de como não agir, eu fazia. Depois do primeiro curso eu senti que eu mudei muito e até as pessoas que eram subordinadas a mim comentaram que eu havia mudado de postura, que conseguia ouvir a equipe. Atualmente, em um novo curso eu busco aprender mais, preencher as lacunas que faltavam e melhorar mais”, explicou.

Diferente de Yhagor, o também engenheiro Henrique Souza se define como um novo chefe. Recentemente ele assumiu um cargo onde precisa fazer a gestão de pessoas e sentiu a necessidade de aprender a fazer isso com eficiência. “Meu objetivo é melhorar meu desempenho. A tendência é sempre aprender. Eu to buscando esse aprendizado agora para tentar conduzir a mulher equipe pelo melhor caminho”, contou.

Além de saber analisar o perfil de cada colaborador, Cíntia explica que, assim como na nossa seleção de futebol, nas equipes de trabalho é importante não ter uma única estrela em campo, mas todas as pessoas, com suas potencialidades, precisam brilhar juntas, cada uma atuando na suas respectivas posições, dessa forma é possível alcançar o resultado tão esperado: o alto desempenho e a vitória.

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