As vigas, colunas e estrutura de ferragem apresentam fissuras, ferrugem, afundamento no solo e a estrutura de madeira comprometida.
Por medida de segurança a Defesa Civil vai fiscalizar com mais intensidade a interdição da Praça Cristo. Redentor A decisão é por conta do risco que a praça oferece aos freqüentadores e passageiros que embarcam e desembarcam no píer local. De acordo com o coordenador da defesa civil, Jofre Lima, prevenir é a melhor maneira de salvar vidas.

“O prefeito Alexandre prioriza primeiramente a vida da população. Vamos colocar um fiscal da defesa civil no local para orientar os usuários da praça e conversar com donos de embarcações para atracar em outro local. A praça esta condenada e pode desabar”, disse Jofre.

O relatório de visita e avaliação de problemas na Praça Digital feito em setembro de 2014 pelo Doutor Engenheiro Raimundo Pereira e o especialista do CREA Jorge Euvaldo de Oliveira aponta que a praça esta condenada e oferece riscos de desabamento. As vigas, colunas e estrutura de ferragem apresentam fissuras, ferrugem, afundamento no solo e a estrutura de madeira comprometida.

Luis Carlos Pires dono da Lancha Tia Inó relata que a medida tomada pela defesa civil é válida. Segundo ele a praça apresenta estado de calamidade oferecendo risco aos passageiros. “Trabalho aqui a seis anos e percebemos que há necessidade de uma intervenção por melhorias. Trabalhamos com vidas e prevenir é sempre a melhor o melhor remédio”destacou Luis.

Para o senhor Eriberto Medeiros que trabalha na rampa do mercado há mais de 20 anos na venda de alimento, a praça não teve planejamento e foi construída com material frágil a água e sem qualidade. “Lembro que o ex-prefeito recebeu 40 milhões para investir também no porto da Caçapava e francesa e não fez nada. A estrutura da praça digital está com rachaduras e percebemos que muito dinheiro foi gasto, mas, o serviço não tem qualidade” ressaltou seu Eriberto.

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