A Polícia Civil do Amazonas, por meio da equipe de investigação do 13° Distrito Integrado de Polícia (DIP), sob o comando do delegado Ricardo Cunha, titular da unidade policial, cumpriu, na manhã desta quarta-feira (02/01), por volta das 10h, mandado de prisão preventiva em nome de Marlon Veras Barragan Santos, 19, envolvido em caso de latrocínio que teve como vítima o vigilante Celso Alves de Miranda, que tinha 49 anos.

De acordo com a autoridade policial, o crime aconteceu no dia 17 de setembro de 2018, em um estabelecimento comercial situado na rua Tapi, bairro Santo Agostinho, zona oeste da capital. Na ocasião, a vítima foi atingida na nunca por um disparo de arma de fogo. A ação criminosa foi registrada por câmeras de segurança instaladas no local. A ordem judicial em nome de Marlon foi expedida em setembro de 2018, pela juíza Andrea Jane Silva de Medeiros, da 5ª Vara Criminal.

“Os outros envolvidos no latrocínio do vigilante foram presos durante uma ação policial deflagrada nos dias 27 e 28 de novembro do ano passado, pelas equipes da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd). Ao longo dos trabalhos realizados, os policiais civis constataram que Marlon seria o autor do disparo que ocasionou a morte do vigilante. Por esse motivo, o jovem passou a ser procurado pela polícia”, explicou Cunha.

Denúncia anônima – Conforme o delegado, a equipe de investigação do 13° DIP chegou até o infrator após receber delação anônima, informando que Marlon estaria escondido na Comunidade Aliança com Deus, localizada no bairro Cidade de Deus, zona leste da capital.

“Nos foi relatado apenas que o indivíduo estaria escondido aqui nas proximidades do 13° DIP. Como já sabíamos da existência do mandado de prisão em nome dele, nossa equipe realizou algumas diligências na área. Foi quando conseguimos encontrá-lo em um barraco que fica naquela comunidade. Então demos cumprimento à ordem judicial”, relatou o titular da unidade policial.

Marlon foi indiciado por latrocínio. Ao término dos procedimentos cabíveis na unidade policial, ele será conduzido ao Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), onde irá ficar à disposição da Justiça.

FOTOS: DIVULGAÇÃO/PC-AM

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