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Policiais Civis de Nhamundá prendem integrante de facção criminosa

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Messias
Messias Costa Bitencourt

A Polícia Civil do Amazonas, sob o comando do delegado titular da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Nhamundá, distante 383 quilômetros em linha reta de Manaus, João Victor Tayah, prendeu na manhã de sexta-feira, 27, por volta das 11h, Messias Costa Bitencourt, 29, conhecido como “Diguinho”, por tráfico de drogas. A prisão ocorreu em cumprimento a mandado expedido no dia do fato, pela juíza Silvânia Corrêa Ferreira, lotada na comarca daquele município.

De acordo com o delegado titular, o homem já era investigado por ser integrante de uma facção criminosa daquele município e responsável por articular o transporte de drogas na região. No momento da prisão ele estava prestando esclarecimentos sobre os fatos mencionados acima.

“Enquanto ele informava sobre a participação no crime, encontrei mensagens no celular dele com Cledson de Almeida Ribeiro, conhecido como “Piu”, negociando transferências de drogas para Nhamundá. De posse dessas informações, solicitei o mandado de prisão temporária. Com o documento em mãos foi possível dar voz de prisão e, dessa forma, tirar de circulação um responsável por vários delitos no município”, informou.

Segundo a autoridade policial, as investigações começaram com a suspeita do planejamento por parte da facção criminosa em promover assaltos aos bancos de Nhamundá, Barreirinha e Boa Vista do Ramos. O nome de Messias surgiu quando trabalhávamos para apurar a origem das drogas que chegavam para Cledson e Alexandre Furtado, conhecido como “Dj. Xandy”.

“Recebemos uma denúncia da Secretaria Executiva Adjunta de Inteligência (Seai) informando que um integrante dessa facção estaria em Nhamundá. Foi quando chegamos a Messias e descobrimos que ele era uma das pessoas que organizava o transporte de drogas” explicou.

O delegado disse, ainda, que Messias responde por dois tráficos de drogas, um ocorrido no dia 04 de junho de 2013 e outro em 06 de outubro de 2014. “Ele está preso na unidade policial do município, mas separado dos outros detentos por ser de alta periculosidade. Contudo, já solicitei que ele fosse transferido para Manaus”, concluiu.

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