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Prefeitura aprimora a segurança do controle interno da previdência

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A Prefeitura de Manaus está investindo no aprimoramento da segurança do controle interno da Manaus Previdência, órgão responsável pela gerência do Regime Próprio de Previdência Social dos servidores ativos, inativos e pensionistas do município.

Servidores da autarquia que atuam na área iniciaram nesta segunda-feira, 11/3, o curso sobre a Implementação de Controles Internos com Base na Estrutura do COSO – sigla em inglês, de Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (em português, Comitê das Organizações Patrocinadoras da Comissão Treadway). Sem fins lucrativos, dedica-se à melhoria dos relatórios financeiros, sobretudo pela aplicação da ética e efetividade na aplicação e cumprimento dos controles internos.

A diretora-presidente da previdência, Daniela Benayon, informa que o objetivo da atividade é desenvolver competências técnicas para que os participantes possam avaliar os controles internos nos processos da autarquia. “A ação também vem atender às exigências do Pró-Gestão, onde 40% de suas ações referem-se a este tema”, explicou.

O Pró-Gestão é uma certificação institucional de Regime Próprio de Previdência Social que visa modernizar a gestão desses entes. Instituído pelo Governo Federal, recebeu a adesão da Manaus Previdência em abril do ano passado.

O curso foi montado pela Assessoria Técnica (Astec) e Auditoria Interna (Audin) da Manaus Previdência, com término na quarta-feira, 13/3. Além de servidores da autarquia ligados à área-tema, participam representante da Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno (Semef) e membros dos conselhos Fiscal (Cofis) e Municipal de Previdência (CMP), além da consultora Eline Marques, que presta assessoria nesta área à previdência municipal.

CONTEÚDO

À frente das aulas, o especialista Arnaldo Ribeiro disse que serão abordados os fundamentos, a implementação de controles internos, estudos de casos e monitoramento das ações. “Vamos enfatizar a fundamentação do papel e responsabilidades dos servidores referente à evolução de paradigma de implementação e atuação dos controles internos, capacitando-os para a execução da estrutura adequada aos riscos existentes ao alcance dos objetivos da autarquia”, disse.

Conforme Ribeiro, a estrutura COSO é recomendada para efetividade dos controles internos, proporcionando uma razoável garantia em relação ao cumprimento das metas de organização da instituição.

Devido à globalização e padronização internacional das técnicas de auditoria, as recomendações da COSO, relativas aos controles internos, bem como seu cumprimento e observância, são praticados e apontados como modelo e referência em muitos países, incluindo o Brasil.

Sobre Arnaldo Ribeiro

O responsável pelo curso na Manaus Prevência é auditor federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), graduado em Ciências Contábeis e pós-graduado em Direito Administrativo, Certified Internal Auditor (CIA) e Certification in Control Self-Assessment, pelo The Institute of Internal Auditors. É professor da disciplina “Auditoria Baseada em Risco com base nas Issai 2013-2016/AICPA”, da especialização em Auditoria do Setor Público do ISC/TCU (2017/2019), e palestrante em eventos internos e externos ao TCU relacionados à auditoria, gestão de riscos e controles internos.

Texto: Jackeline Brazão e Marcia Claudia Senna / Manaus Previdência

Fotos: Marcia Claudia Senna / Manaus Previdência

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