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Prefeitura de Manaus constrói mais de 6 mil metros de pontes

Em pouco mais de um mês, a Prefeitura de Manaus, por meio da operação Cheia 2021, construiu mais de 6 mil metros de pontes provisórias, para auxiliar a circulação de moradores das áreas atingidas pelo rio Negro. As pontes já contemplaram 12 bairros da capital. Nesta terça-feira, 25/5, a cota do rio Negro atingiu a marca de 29,91 metros, faltando 6 centímetros para alcançar os 29,97 metros, registrados na cheia histórica de 2012.

“Por determinação do prefeito David Almeida, estamos atuando com oito equipes de trabalho para finalizar o processo de construção de pontes e assim minimizar os transtornos causados pela subida do rio. Estamos prestes a ter uma cheia histórica em Manaus e estamos trabalhando para atender a população da melhor forma possível”, ressalta o secretário-executivo da Defesa Civil, coronel Fernando Júnior.

Dentre as ações desempenhadas pela Defesa Civil, coordenada pela Casa Militar, estão as construções de pontes ou passarelas de madeira, além das metálicas colocadas na avenida Floriano Peixoto com Eduardo Ribeiro, Centro, para preservar a característica histórica do local. Nas ações, também estão inclusas as aplicações de óxido de cálcio (cal), para minimizar o odor, proliferação de doenças e acúmulo de bactérias.

“Todos os dias estamos trabalhando de forma conjunta com as demais secretarias para atender a população. Chegar ao marco de seis mil pontes construídas é fruto de um trabalho árduo e do compromisso da gestão David Almeida com a população”, ressaltou o secretário da Casa Militar, tenente William Dias.

A Casa Militar, por meio da Defesa Civil, catalogou 15 bairros que estão sendo afetados pela subida dos rios e 12 já estão recebendo a atuação da operação Cheia, por meio da construção de pontes ou passarelas.

Bairros

Conforme o monitoramento da Prefeitura de Manaus, na região urbana os bairros atingidos são: Tarumã, São Jorge, Santo Antônio, Glória e Compensa (zona Oeste); Educandos, Raiz, Betânia, Presidente Vargas, Aparecida, Centro, Cachoeirinha e Mauazinho (zona Sul); Colônia Antônio Aleixo e Puraquequara (zona Leste).

Na zona ribeirinha, as comunidades afetadas são: Nova Canaã do Aruaú, São Francisco do Aruaú, Lindo Amanhecer, São Sebastião do Cuieiras, São Francisco do Chita, Bela Vista do Jaraqui, Nova Jerusalém do Mipindiaú, São Sebastião do Tarumã-Mirim, Agrovilla, Cueiras do Tarumã-Açu, Nova Esperança do Apuaú, Santa Isabel do Apuaú, Nova Aliança do Apuaú, União e Progresso, São Francisco do Tabocal, São Raimundo e o assentamento Nazaré.

Texto – Sheyévena Nascimento / Casa Militar

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